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Eleições 201831/10/2018 | 13h38Atualizada em 31/10/2018 | 13h46

Mirante: vereador responde às críticas por não apoiar Sartori

Adiló Didomenico lembrou que seu partido, o PTB, é vice do governador eleito

Mirante: vereador responde às críticas por não apoiar Sartori Franciele Masochi Lorenzett/Divulgação
Adiló disse que se sente muito confortável em ter apoiado Eduardo Leite (PSDB) Foto: Franciele Masochi Lorenzett / Divulgação

O vereador Adiló Didomenico (PTB) tem sido alvo de críticas por não ter apoiado o governador José Ivo Sartori (MDB) à reeleição. Na terça-feira, na primeira sessão da Câmara depois do segundo turno, ele falou sobre o assunto. O vereador disse que decidiu se manifestar para dar uma satisfação diante de sua relação antiga de amizade com Sartori. Ele foi diretor-presidente da Codeca durante as duas administrações do emedebista na prefeitura de Caxias do Sul.

Embora seja uma definição partidária, apoiadores de Sartori em Caxias o chamaram de traidor nas redes sociais. O PTB é vice do governador eleito Eduardo Leite (PSDB) e Adiló concorreu a deputado estadual.

— Eu quero dizer que, durante 42 anos, eu apoiei o Sartori, fiz campanha. Em 1976, nós fazíamos parte do movimento estudantil que apoiou o Sartori, quando se elegeu vereador. É meu amigo pessoal, é um político que eu admiro. Em 2014, o PTB apoiou o governo Tarso Genro de forma institucional. E nós, aqui em Caxias, eu e o vereador (Flavio) Cassina abrimos uma dissidência apoiando o governador Sartori. Isso me custou muito caro dentro do PTB. Em 2008, já me custou caro, quando nós, o PTB aqui, resistimos na composição municipal, tendo que enfrentar o senador (Sérgio) Zambiasi na época. Mas nós resistimos e conseguimos autonomia para o PTB apoiar o Sartori em 2008. Ninguém reclamou do Adiló. Agora, algumas pessoas não foram capazes de fazer a leitura que o PTB estava na chapa do Eduardo Leite com o vice-governador, o delegado Ranolfo (Vieira Júnior).

Adiló destacou que como candidato a deputado não tinha outra alternativa.

— E nós concordamos com a coligação, porque naquela época nós não havíamos sequer sido procurados pelo MDB. Concordamos, apoiamos e assumimos a candidatura.

Ele disse ainda que se sente muito confortável em ter apoiado Leite, definindo-o como uma promessa, um político de uma nova geração.

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