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Eleições 201819/10/2018 | 07h07Atualizada em 19/10/2018 | 07h07

Mirante: campanha eleitoral tem novo desdobramento tenso

Suspeita é de que empresas atuaram para disseminar notícias falsas contra o PT

Mirante: campanha eleitoral tem novo desdobramento tenso Montagem/Montagem
Haddad pediu ao TSE inelegibilidade de Bolsonaro Foto: Montagem / Montagem

A dez dias da eleição para escolher o presidente da República, as suspeitas de que empresas bancaram a propagação de mensagens falsas contra o PT no WhatsApp – que se forem confirmadas constituem ilegalidade, uma vez que a legislação eleitoral não permite doação de empresas –, estremeceram mais ainda a tensa e inusitada campanha. A disseminação de informações anti-PT para bombar a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) envolveria pacotes individuais que podem chegar a R$ 12 milhões. É o chamado "disparo em massa".

O fato que sacudiu os meios políticos, divulgado pela Folha de S.Paulo, provocou intensa mobilização do PT e do PDT. O partido de Fenando Haddad, alvo dos disparos de mensagens previstos para aumentarem na última semana de campanha, ingressou no TSE pedindo que a candidatura de Bolsonaro seja investigada e quer a inelegibilidade dele por oito anos. A campanha do petista defende que Ciro Gomes (PDT), em terceiro lugar, dispute o cargo com Haddad. Para alguns, soa como desespero. 

De qualquer forma, a dúvida está no ar. É preciso ter prudência e investigação.

Bolsonaro, em suas redes sociais, negou a prática de caixa 2, que configuraria o crime. "Se eu usasse caixa dois, seria candidato pelo PT, eles privilegiam quem tem envolvimento com o crime. Não é à toa que o verdadeiro candidato deles está na prisão!"

Sem debates

Está confirmado. Não haverá debates.

Confirmando o previsível, o capitão não vai ficar cara a cara com o adversário.

— (Bolsonaro) não vai se submeter a uma situação de alto estresse sem nenhum motivo, porque quem discute com poste é bêbado – disse o presidente do PSL, Gustavo Bebiano.

O próprio Bolsonaro já havia declarado que poderia não ir por estratégia. Embora os debates sejam importantes, comparecer ou não ao confronto é do jogo. Mas Bolsonaro vai ouvir que tem medo. Também faz parte.

 
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