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Eleições 201827/09/2018 | 07h37Atualizada em 27/09/2018 | 07h37

Mirante: troca de farpas entre candidatos à Presidência mira o segundo turno

Ciro Gomes afirmou que prefere governar sem o PT

Mirante: troca de farpas entre candidatos à Presidência mira o segundo turno Arte Pioneiro/
Foto: Arte Pioneiro

 A troca de farpas no debate dos presidenciáveis nesta quarta-feira, no SBT, é o sintoma da reta final da campanha e a briga para chegar ao segundo turno. 

Alguns momentos chamaram atenção, como o embate entre Fernando Haddad (PT) e Marina Silva (Rede). Marina, que quer se descolar do passado de petista, disse que não vai congelar gastos públicos "como fez o governo do (Michel) Temer que foi colocado onde está pelo Partido dos Trabalhadores junto com a Dilma (Rousseff), que o escolheu para vice".

Na defesa, Haddad disse que Temer foi colocado na Presidência pela oposição. "Você participou desse movimento pelo impeachment para colocar o Temer lá com as consequências conhecidas", respondeu o escolhido pelo ex-presidente Lula para ser candidato. Marina não deixou por menos. Disse que Haddad foi pedir a bênção para o senador Renan Calheiros (MDB), que também apoiou o impeachment. No início do mês, o petista participou de carreata com Calheiros. 

Ciro Gomes (PDT), em terceiro nas pesquisas, também não suavizou para o adversário. Afirmou que prefere não governar com o PT, porque o partido se tornou "uma estrutura de poder odienta que acabou criando o  (Jair) Bolsonaro". E classificou o líder das pesquisas de "aberração". Ainda Guilherme Boulos (PSOL) e Geraldo Alckmin (PSDB) tiveram momento tenso. Boulos disse ao tucano que ele não é um "santo", como indireta ao apelido nas delações. Alckmin revidou, afirmando que não era um desocupado.

E deve esquentar...

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