Mirante: MDB nacional e gaúcho juntos e misturados - Notícias de Eleições - Política: deputados, prefeitos e mais - Pioneiro
 

Eleições 201824/08/2018 | 08h00Atualizada em 24/08/2018 | 09h19

Mirante: MDB nacional e gaúcho juntos e misturados

Meirelles, Rigotto e Sartori participam de ato no salão da igreja Santa Catarina

Mirante: MDB nacional e gaúcho juntos e misturados Félix Zucco/Agencia RBS
Candidatos ao Planalto e ao Piratini estarão juntos em Caxias do Sul nesta sexta-feira Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

A vinda do candidato do MDB à Presidência da República, Henrique Meirelles, a Caxias do Sul, nesta sexta-feira, é a forma de valorizar a terra do seu vice, o ex-governador Germano Rigotto, e do atual governador e candidato à reeleição, José Ivo Sartori. Assim, o partido é o primeiro a trazer um presidenciável à cidade após o início da campanha eleitoral. 

Leia mais  
Candidato a presidente do MDB participa de mobilização regional da coligação de Sartori em Caxias
TSE apresenta tempos de rádio e TV de presidenciáveis
Tá na Web: Meirelles usa Lula em programa e Amoêdo adere ao desafio do dedo no olho 

Os emedebistas buscam dar visibilidade ao candidato ao Palácio do Planalto na Serra gaúcha, território em que Sartori e Rigotto são amplamente conhecidos. Meirelles  aparece nas pesquisas eleitorais com 1% (no máximo 2%, quando o ex-presidente Lula não está incluído).

A presença de Meirelles ao lado de Sartori tem também outro significado. E forte. Demonstra que o MDB, tanto nacional, gaúcho e caxiense está alinhado. Encerra assim o distanciamento defendido pelo MDB estadual em relação à cúpula do partido e que em 2014 levou Sartori ao palanque de Marina Silva (Rede) no primeiro turno e de Aécio Neves (PSDB), no segundo, contra a chapa de Michel Temer como vice na chapa de Dilma Rousseff (PT). Da mesma forma que em 2010, quando o apoio foi a José Serra (PSDB). 

Meirelles é o candidato oficial do governo Temer, ainda que o presidente tenha se referido a Geraldo Alckmin (PSDB), em entrevista recente, pelo fato de os partidos que apoiam o tucano serem os mesmos de sua base. 

Presidente do Banco Central na gestão de Lula, Meirelles usa a figura do petista nas redes sociais e exalta a participação em seu governo, tentando surfar na onda da popularidade do candidato preso. Ex-ministro da Fazenda de Temer, ele procura se descolar da impopularidade do emedebista. 

O ato desta sexta é uma mobilização regional da coligação Rio Grande no Rumo Certo (MDB, PSD, PSB, PR, PSC, Patriota, PRP, PMN e PTC),  no salão da igreja Santa Catarina, às 19h.

Leia também
Mirante: mudanças e indefinições da Festa da Uva preocupam


 
 
 
 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros