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Pandemia16/10/2020 | 14h32Atualizada em 16/10/2020 | 14h32

Após sete meses, visitas de familiares são retomadas em presídios gaúchos

Na Serra, as primeiras acontecem neste sábado (17)

Após sete meses, visitas de familiares são retomadas em presídios gaúchos Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Após sete meses de restrições para evitar o contágio de coronavírus, os presídios gaúchos voltam a receber visitas de familiares dos detentos. A liberação aconteceu nesta sexta-feira (16), mas nas oito casas prisionais da Serra o dia escolhido para as visitas foi o sábado (17). A expectativa é que 1,1 mil familiares visitem os apenados da região.

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A decisão de retomar as visitas acontece pela redução das taxas de contaminação e faz parte de um plano de transição feito pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe). O retorno acontece nas casas prisionais que estão nas regiões que permanecerem por, no mínimo duas semanas consecutivas, nas bandeiras laranja ou amarela.

— A transição para um futuro estado de normalidade não dispensará a manutenção da prontidão e vigilância permanentes na observância estrita de todos os protocolos sanitários desenvolvidos pelo governo do Estado. Permanece fundamental para o sucesso dessa transição a compreensão e a colaboração dos familiares para que continuemos avançando, com segurança — aponta secretário de Administração Prisional, Cesar Faccioli.

Cada apenado terá direito a uma visita mensal, com duração de uma hora, além da continuidade dos encontros virtuais com familiares. É necessário o agendamento prévio com a casa prisional. Todos os visitantes irão responder a um questionário e passar por  medição de temperatura. É obrigatório o uso de máscaras brancas.

Os representantes da Susepe pedem que os familiares tenham atenção aos protocolos sanitários. 

— O regresso das visitas somente será possível nesse momento em razão do sucesso do nosso plano de contingência e do esforço coordenado de todos os operadores do sistema — ressalta o superintendente da Susepe, Cesar da Veiga.

A entrega de sacolas de mantimentos, que acontece na maioria das casas prisionais, está programada para dias diferentes das visitas presenciais para evitar aglomerações.

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