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Dois anos depois14/02/2020 | 12h39Atualizada em 14/02/2020 | 13h43

Caso Naiara: acusado de estupro e morte de Naiara vai à júri em maio em Caxias

Acesso do público e da imprensa não será permitido durante o julgamento

Caso Naiara: acusado de estupro e morte de Naiara vai à júri em maio em Caxias Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

O julgamento de Juliano Vieira Pimentel de Souza, réu confesso do estupro e morte de Naiara Soares Gomes, está marcado para o dia 12 de maio, às 9h30min, em Caxias do Sul. O crime ocorreu em 9 de março de 2018 e tramita na 1ª Vara Criminal em segredo de Justiça por se tratar de criança vítima de crime sexual.

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Conforme determinação da Justiça, o júri ocorrerá a portas fechadas para público e imprensa. Apenas o magistrado, o réu e seus defensores, representantes do Ministério Público e da Assistência de Acusação e os jurados poderão ter acesso ao local. O promotor de Justiça Alexandre Salim atuará em plenário representando a acusação.

Souza será julgado pelos crimes de estupro de vulnerável, homicídio triplamente qualificado (por asfixia, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e para assegurar a impunidade de outro crime) e ocultação de cadáver. Ele está isolado em uma cela da Penitenciária de Canoas (Pecan) 2, desde o dia 21 de março de 2018.

Lembre o caso:
Em 9 de março de 2018, Naiara, à época com 7 anos, desapareceu no trajeto da casa até a Escola Municipal Renato João Cesa, no bairro Esplanada, onde ela estudava. Quinze dias depois, Souza foi preso, confessou os crimes à Polícia Civil e indicou o local onde havia escondido o corpo da vítima – perto da represa do Faxinal.

Ele foi indiciado em 5 de abril e denunciado em 11 de maio. Tese com a qual concordou a juíza que à época conduzia o processo, Milene Froes Dal Bó, em 10 de agosto daquele ano, ao pronunciar o réu, ou seja, determinar que ele fosse submetido ao Tribunal do Júri.

A Defensoria Pública do Estado que defende Juliano chegou a solicitar, em julho do ano passado, que o julgamento dele ocorresse fora de Caxias, mas os desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado negaram o pedido.   

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