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Protesto18/11/2019 | 18h45Atualizada em 18/11/2019 | 18h47

Familiares e comunidade pedem prisão de suspeito de ter assassinado mulher em Caxias

Amigos e familiares de Ereni dos Santos farão manifestação na Praça Dante e na frente do Fórum

Familiares e comunidade pedem prisão de suspeito de ter assassinado mulher em Caxias Divulgação / Arquivo pessoal/Arquivo pessoal
A funcionária pública Ereni dos Santos, 42, foi morta a tiros no bairro Desvio Rizzo, em Caxias do Sul Foto: Divulgação / Arquivo pessoal / Arquivo pessoal
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A comunidade do Desvio Rizzo, em Caxias do Sul, e familiares da funcionária pública municipal Ereni dos Santos, 42 anos, assassinada com cinco tiros na segunda-feira, dia 11, organizaram uma mobilização para pedir a prisão do suspeito do crime. O ato começa às 11h30min desta terça-feira (19) na Praça Dante Alighieri. Dali, os manifestantes devem seguir até o prédio do Fórum, no bairro Exposição. 

O grupo usará camisetas e uma faixa com pedido de Justiça. O protesto foi organizado por Deivid Ilha, presidente do Círculo de Pais e Mestres (CPM) da Escola Municipal Professora Leonor Rosa, onde a vítima trabalhava como secretária. Pais e moradores do Desvio Rizzo, comunidade de Ereni, também ajudaram na mobilização. No mesmo dia, está prevista a apresentação do suspeito na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

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— Ele (suspeito) ficou de se apresentar entre hoje (segunda-feira) e amanhã (terça-feira). Não sabemos se tem mandado de prisão. Estamos pedindo a prisão imediata. E depois a pena máxima — ressalta Ilha.

Ereni foi baleada dentro do próprio carro na Rua Avelino José Lora, no Desvio Rizzo. Os disparos foram efetuados pelo motorista de uma caminhonete Blazer, que seria o ex-marido da vítima. Horas antes do crime, Ereni  havia participado de uma audiência de conciliação no Fórum com o investigado. O processo abordava o reconhecimento da união estável do casal, a guarda de dois filhos e a partilha de bens. 

No encontro com a presença de juiz, promotor de Justiça e advogados, não houve nenhuma discussão ou sinais de agressão por parte do homem. O Fórum informou que Ereni tinha medida protetiva contra o investigado, o que impedia a aproximação dele. Em setembro, ela havia desistido de processá-lo por ameaça.

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