Polícia Civil fará análise da qualidade de diesel após prisões por transporte sem nota em Vacaria - Polícia - Pioneiro

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Campos de Cima da Serra14/09/2019 | 12h58Atualizada em 14/09/2019 | 12h58

Polícia Civil fará análise da qualidade de diesel após prisões por transporte sem nota em Vacaria

Dois homens foram detidos na sexta-feira enquanto descarregavam o produto

Polícia Civil fará análise da qualidade de diesel após prisões por transporte sem nota em Vacaria Polícia Civil/Divulgação
Abordagem ocorreu na tarde sexta-feira Foto: Polícia Civil / Divulgação

A Polícia Civil encaminhou para análise uma amostra de uma carga de três mil litros de diesel sem procedência identificada na tarde desta sexta-feira (13) em Vacaria. O objetivo é verificar se o combustível está adulterado. A origem do produto é alvo de suspeita após o motorista do caminhão, Fábio da Costa Ampessan, 33 anos, e o gerente do posto de combustíveis que recebia a carga, Hoelmes Bueno Indicatti, 34,não apresentarem nota fiscal. ​Ambos foram presos por crime contra a ordem tributária.

Conforme o delegado Anderson Silveira de Lima, policiais estavam no posto de combustíveis, na BR-285, quando o caminhão com o diesel chegou e imediatamente os dois homens iniciaram o descarregamento. Desconfiados, os agentes solicitaram a nota fiscal do produto, que não foi apresentada.

— Primeiro disseram que estava em outro posto. Aí pediram para mandar foto ou buscar. Como não aparecia, foi acionada a Receita Estadual — conta.

Informalmente os dois homens alegaram que o posto tinha ficado sem combustível e, por isso, buscaram a carga em outra revenda em Campestre da Serra. No entanto, de acordo com Lima, as primeiras investigações apontam que essa versão não procede.

Apesar da prisão, o combustível não foi recolhido, já que a entrega foi concluída. No entanto, segundo o delegado, os homens ficaram responsáveis pela carga, que até o resultado da análise da amostra poderá ser vendida. Embora a polícia tenha encaminhado o produto para verificação, o principal foco da polícia é descobrir a origem do diesel.

Além da prisão, os suspeitos foram autuados em R$ 1,5 mil e deverão quitar os tributos relativos ao transporte. Questionados formalmente na delegacia, Ampessan e Indicatti, permaneceram em silêncio. O proprietário do posto de combustíveis, que ainda será identificado, também responderá a inquérito por crimes contra a ordem tributária.

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