Caxias do Sul tem a quinta prisão por estupro de criança em uma semana - Polícia - Pioneiro

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Violência sexual09/09/2019 | 18h40Atualizada em 09/09/2019 | 18h40

Caxias do Sul tem a quinta prisão por estupro de criança em uma semana

Padrasto teria abusado de uma menina de 11 anos e foi preso nesta segunda-feira

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Pela quinta vez em uma semana, um homem foi preso por estupro de vulnerável em Caxias do Sul. No caso desta segunda-feira (9), o investigado é um padrasto que teria abusado de uma menina de 11 anos. Este homem também é suspeito de abusar de outra criança, mas a investigação sobre este caso não teve andamento.

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O caso mais recente foi denunciado por um professor da vítima, que percebeu a mudança de comportamento da criança. O alerta foi feito à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) na manhã de sexta-feira (6).

— Entendemos ser um caso relevante e tratamos com o máximo de celeridade. Com esta acusação mais robusta, reabrimos e priorizamos aquele caso (anterior) também.  Em breve, pretendemos ouvir a criança (da ocorrência mais recentes) em depoimento especial, junto com a um juiz (em acordo com a nova legislação) para evitar a revitimização — aponta o delegado Caio Marcio Fernandes, da DPCA.

Sobre o caso anterior, o chefe da DPCA evita dar detalhes, mas explica que aquela investigação continua em aberto em razão da fragilidade das provas colhidas na época. A identidade dos envolvidos não é divulgada em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Série de prisões seria coincidência

A sequência de prisões foi resultado de três investigações da Polícia Civil e duas prisões em flagrante pela Brigada Militar (BM). Em comum, apenas que os abusos aconteceram na casa das vítimas e por alguém que era considerado de confiança da família — o que é descrito como um padrão nesta tipo de crime. O delegado Fernandes descreve a série de prisões como uma coincidência dentro do trabalho policial rotineiro.

— Vejo uma confluência de fatores, mas não faz parte da rotina ter tantas prisões simultaneamente. As denúncias deste tipo de crime são quase diárias e, na medida do possível, atendemos da forma mais rápida possível. Mas não são todos os casos que têm elementos para pedir uma prisão. É preciso (tempo de) investigação — aponta o chefe da DPCA.

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