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Morte por som alto 19/07/2019 | 07h16Atualizada em 19/07/2019 | 09h01

Autor de homicídio após briga por som alto em Caxias se entrega à polícia 

Crime ocorreu no dia 26 de maio na Rua das Esmeraldas 

Autor de homicídio após briga por som alto em Caxias se entrega à polícia  Milena Schäfer / Agência RBS/Agência RBS
Crime ocorreu no dia 26 de maio na Rua das Esmeraldas após confusão que teria sido motivada por som alto Foto: Milena Schäfer / Agência RBS / Agência RBS

Cristiano Pereira de Almeida, 28 anos, suspeito de ser autor da morte de Bruno Ribeiro Souza, 20, em 26 de maio deste ano, se apresentou à Polícia Civil na tarde de quinta-feira (18) em Caxias do Sul. Ele entrou na Central de Polícia e informou aos polícias que havia um mandado de prisão contra ele.  Almeida admitiu, em depoimento polícia civil, em 29 de maio, que houve uma discussão em razão do som alto na casa do seu vizinho, onde ocorria uma festa no dia do crime. Ele alegou que só atirou em legítima defesa. 

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 A versão de Almeida é que o grupo de amigos teria arremessado garrafas contra a sua casa e ferido sua filha de dois anos.  Na tentativa de parar as agressões, Almeida alega que gritou e atirou para o alto, mas o grupo teria avançado em sua direção arremessando pedras e garrafas. O suspeito também relatou ter ouvido tiros e, por isso, atirou contra o líder do grupo.

A versão inicial, registrada pelos familiares e amigos da vítima, é que Bruno foi baleado quando deixava a moradia do amigo onde ocorria a festa. Bruno, que havia completado 20 anos quatro dias antes de ser morto, foi atingido na cabeça quando saia da casa do amigo. Ele teria saído para dar carona a namorada e a filha de um primo, de três anos.  Na ocasião o pai do jovem, Paulo de Vargas Souza, contou que o filho foi atingido quando estava indo embora do local e que, por um detalhe, outras pessoas que estavam no mesmo espaço não foram também atingidas pelos tiros. 

Conforme relatos que o pai de Bruno ouviu de quem estava no local, o vizinho teria efetuado mais do que um disparo. Bruno trabalhava como mecânico e há três meses tinha se mudado da casa onde vivia com os pais e outros dois irmãos para morar com a namorada - de quem estava noivo - no bairro Consolação. 

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