Alvo de operação em 2017, homem é preso com espingarda em Caxias do Sul - Polícia - Pioneiro

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Vida Fácil04/07/2019 | 17h09Atualizada em 04/07/2019 | 17h14

Alvo de operação em 2017, homem é preso com espingarda em Caxias do Sul

Preso foi apontado como membro de quadrilha que movimentou mais de 1 mil automóveis

Alvo de operação em 2017, homem é preso com espingarda em Caxias do Sul Polícia Civil  / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Polícia Civil / Agência RBS / Agência RBS

A Polícia Civil prendeu dois homens com uma espingarda calibre .12 em Caxias do Sul na tarde desta quinta-feira (4). Um dos presos é um Roseli da Rosa, 52 anos, que foi investigado durante a Operação Vida Fácil, em dezembro de 2017, que desmantelou uma quadrilha especializada em furtos e roubos de veículo seguidos de extorsão das vítimas. A identidade do segundo preso, que tem 54 anos, não foi divulgada.

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A abordagem aconteceu em Galópolis, por volta das 14h. Além da espingarda, os policiais encontraram um módulo de Hilux, que é utilizado para furtar este modelo de caminhonete.

— Esta apreensão desencadeia uma nova investigação (sobre o flagrado). Queremos saber a exata procedência destes objetos e para que estavam sendo utilizados. Este investigado está há anos nesta vida de crimes e, não ao acaso, estávamos monitorando suas ações — aponta o delegado Adriano Linhares, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco).

Os dois homens foram autuados por posse irregular de arma de fogo e encaminhados para o sistema penitenciário.

Quadrilha movimentou mais de 1 mil automóveis

A Operação Vida Fácil desmantelou a maior organização criminosa especializada em furtos de veículos e extorsões na Serra, em dezembro de 2017. Conforme estimativa da Draco (que na época era chamada de Defrec), o grupo movimentou mais de 1 mil automóveis entre 2013 e 2017.

A investigação ainda apontou que a quadrilha recebia encomendas e encaminhavam os automóveis para o Vale dos Sinos e Santa Catarina, além de desmanche para comercialização de peças. Mesmo sem o veículo, os criminosos ainda tentavam extorquir a vítima.

— A extorsão era um padrão, uma normalidade. Eles não perdiam a oportunidade de pedir o dinheiro da vítima. Ocasionalmente, as vítimas pagavam. Ganhavam duas vezes em cima da mesma vítima. Não tinham nenhuma piedade — declarou o delegado Adriano Linhares na época.

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