Secretário da Segurança do RS diz que Serra pode ter polícia de choque: "Está em estudo" - Polícia - Pioneiro

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Entrevista09/04/2019 | 13h18Atualizada em 09/04/2019 | 13h30

Secretário da Segurança do RS diz que Serra pode ter polícia de choque: "Está em estudo"

Ranolfo Vieira Júnior afirma que região, onde assassinatos cresceram no final de 2018, "inicia novamente uma disputa entre facções"

Secretário da Segurança do RS diz que Serra pode ter polícia de choque: "Está em estudo" Jefferson Botega/Agencia RBS
Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS
GaúchaZH
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Os dados positivos divulgados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) na segunda-feira (8) sobre a queda da criminalidade nos primeiros três meses de 2019 no Rio Grande do Sul não diminuem a atenção do governo da Serra. Segundo o vice-governador e titular da pasta, Ranolfo Vieira Júnior, a região "inicia novamente uma disputa entre facções", e não está descartada a criação de uma unidade do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), antigo Batalhão de Operações Especiais (BOE).

— Há inclusive a possibilidade que nós venhamos a criar alguns Batalhões de Polícia de Choque  e a Serra seria um desses locais. Está em estudo — afirmou, após indagação de um ouvinte durante entrevista ao Gaúcha Atualidade nesta terça-feira (9).

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De acordo com Ranolfo, uma fração da polícia de choque para fazer reforço já foi enviado à Serra, onde o número de assassinatos registraram um salto no final de 2018.  Em Bento Gonçalves, o aumento foi de 36%. Além disso, segundo ele, o mesmo modelo do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) deve ser aplicado ainda nesta semana na região:

— Vamos estar unindo vários municípios e começando a desenvolver operações integradas com dados de inteligência, com mapa do crime, a fim de coibir e fazer um enfrentamento desta questão.

Na segunda-feira, a SSP divulgou que o número de homicídios e latrocínios caiu 23% nos primeiros três meses no Estado —  sendo roubos com morte (latrocínios) o menor patamar desde 2002, com 16 casos. O secretário reconhece o trabalho feito pela gestão de Sartori e afirma que o atual governo não é de "ruptura":

— É importante que eu diga que não somos um governo de ruptura, entendemos que somos um governo de evolução e isso está muito presente nesses dados. Vínhamos já de uma redução, especialmente no final do governo passado, e nós estamos mantendo e aumentando significativamente essa redução dos indicadores.

Ouça a entrevista completa: 


 
 
 
 
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