VÍDEO: veja o momento da fuga dos assaltantes que atacaram bancos em Ibiraiaras - Polícia - Pioneiro

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Assalto04/12/2018 | 15h31Atualizada em 04/12/2018 | 16h21

VÍDEO: veja o momento da fuga dos assaltantes que atacaram bancos em Ibiraiaras

Criminosos atiram em policiais enquanto reféns fazem cordão humano para evitar agentes

Imagens de moradores de Ibiraiaras, no norte do Estado, mostram os criminosos que atacaram um banco na cidade nesta segunda-feira (3) fugindo após fazer reféns e capturar dinheiro. Em algumas das imagens, é possível verificar os criminosos atirando em policiais, enquanto reféns fazem um cordão humano para evitar a chegada dos agentes de segurança.

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Quatro dos seis criminosos mortos no cerco após os ataque no município de Ibiraiaras, no norte do Estado, foram identificados pela polícia. Segundo a Brigada Militar, dois deles cumpriam prisão domiciliar, um estava em liberdade provisória e outro estava foragido.  

 A Brigada Militar apreendeu mais de R$ 115 mil com a quadrilha que assaltou duas agências bancárias na tarde de segunda-feira (3), em Ibiraiaras, no norte do Rio Grande do Sul. São notas de R$ 100, R$ 50, R$ 20, R$ 10 e R$ 2. Mas a contagem ainda não terminou. Ainda falta somar a grande quantidade de moedas encontradas em bolsas usadas pelos criminosos.   

  

BM enviou tropas e helicóptero à região de Ibiraiaras antes do ataque 

Uma operação secreta da Brigada Militar (BM) já esperava que um banco na região entre o norte do Rio Grande do Sul e a Serra fosse atacado por assaltantes na modalidade do "novo cangaço" - quando moradores são usados como escudo humano. Esse tipo de ataque, geralmente, é organizado por um grande número de criminosos com armas longas, diminuindo a chance de resposta da polícia.  

Ainda antes das 14h de segunda-feira, quando as primeiras pessoas foram feitas reféns, já havia um helicóptero e viaturas do Batalhão de Operações Especiais (BOE) entre os municípios de Muitos Capões, Vacaria e Esmeralda - vizinhos de Ibiraiaras.  

 O comando da corporação atribui a essa organização a rápida resposta ao assalto em Ibiraiaras, que resultou na morte de seis bandidos e de um dos reféns, o subgerente do Banco do Brasil, Rodrigo Mocelin da Silva, 37 anos. Na ação, foram apreendidos ainda fuzis, pistolas e metralhadoras.  

A ordem para a operação partiu diretamente do subcomandante-geral da BM, coronel Eduardo Biacchi, e foi emitida a um grupo restrito de policiais. De acordo com o oficial, a ação é feita desde abril com máximo sigilo para impedir qualquer vazamento de informação. Até esta terça-feira (4), policiais da corporação que não estavam envolvidos ou que não exercem funções de chefia sequer sabiam da existência da chamada "Operação Diamante".  

— É uma tropa para guerra de movimentos, para desestabilizar o crime. É uma rede móvel, que se movimenta, conforme as análises que fizemos de cada período. Vamos mobilizando os policiais de acordo com as informações de inteligência que vamos recebendo — detalhou o subcomandante. 

 
 
 
 
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