Acusados de matar homem a pauladas e facadas vão a julgamento em Caxias do Sul - Polícia - Pioneiro

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Júri21/05/2018 | 11h09Atualizada em 21/05/2018 | 11h13

Acusados de matar homem a pauladas e facadas vão a julgamento em Caxias do Sul

Crime ocorreu em Vila Oliva em julho de 2016

Acusados de matar homem a pauladas e facadas vão a julgamento em Caxias do Sul Roni Rigon/Agencia RBS
Geovane Ratkiwicz Bitello e Dino César Pinheiro foram presos em flagrante Foto: Roni Rigon / Agencia RBS
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Geovane Ratkiwicz Bitello e Dino César Pinheiro, acusados de matar um homem a pauladas e facadas em 2016, vão a julgamento nesta segunda-feira, em Caxias do Sul. Eles são julgados pela morte de Américo Silveira dos Santos, 52 anos, ocorrida na manhã do dia 15 de julho daquele ano, na localidade de Tunas Altas, no interior de Vila Oliva. 

Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público (MP), no dia do crime os acusados invadiram a propriedade da vítima e fizeram a emboscada no momento em que Santos seguia em direção a um chiqueiro. Bitello, que era ex-funcionário de Santos, atingiu o homem com pauladas na cabeça e, após, com facadas no peito. Ainda conforme o documento, Pinheiro assistiu à ação e ficou à disposição para intervir no crime caso houvesse necessidade.

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Após o assassinato, os dois deixaram Vila Oliva e seguiram para Ana Rech, onde ficava a casa de Santos. Lá, eles ameaçaram a atual companheira dele com uma faca. A mulher estava dormindo quando foi surpreendida pela dupla. Eles roubaram uma camionete Ford Ranger, R$ 127, pen-drives e dois molhos de chaves. Bitello e Pinheiro foram detidos no mesmo dia do crime, em Fazenda Souza, com o veículo da vítima. 

Segundo a sentença de pronúncia, da juíza Milene Fróes Rodrigues Dal Bó, havia interesse financeiro na morte de Santos. Bitello estava se relacionando com uma ex-companheira da vítima, cuja união teria durado 25 anos e teria terminado meses antes do crime. Com a morte de Santos, a mulher poderia herdar algum bem, o que beneficiaria o acusado. Já Pinheiro aceitou participar do crime em troca de uma recompensa, que seria subtraída da residência de Santos.

Segundo a avaliação do MP, o crime foi cometido por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. 

O julgamento iniciou às 9h30min desta segunda-feira. 

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