Réu é condenado por matar vizinho no Campos da Serra, em Caxias do Sul - Polícia - Pioneiro

Tribunal do Júri17/11/2017 | 18h05Atualizada em 17/11/2017 | 18h16

Réu é condenado por matar vizinho no Campos da Serra, em Caxias do Sul

Guilherme Gomes Pinto foi sentenciado a 16 anos de reclusão

Réu é condenado por matar vizinho no Campos da Serra, em Caxias do Sul Divulgação/
Guilherme Gomes Pinto, o Corintiano, ainda responde por outro assassinato em 2016 Foto: Divulgação
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Um ano após o crime, o Tribunal do Júri condenou Guilherme Gomes Pinto, 24 anos, conhecido como Corintiano, pelo assassinato de Paulinho Adriano de Barros. O réu foi sentenciado a 16 anos em regime fechado por homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima. Pela vítima ter deixado três filhos pequenos, ainda foi acrescentado mais dois anos a pena. A decisão cabe recurso.

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Barros foi morto no final da tarde do dia 21 de junho de 2016 na Rua Gessi Laurente Prates, no Campos da Serra. A vítima ajudava a esposa na manutenção de um dos condomínios do loteamento popular e colocou pedras na via pública com o objetivo de reduzir a velocidade dos carros. Pinto dirigia um Chevette e exigiu a retirada dos objetos. Na discussão com Paulinho, o acusado sacou um revólver e matou o vizinho.

A defesa sustentou a tese homicídio privilegiado, alegando que a vítima teria provocado o autor, o que fez que Pinto agisse por forte emoção _ o que não foi aceito pelo Conselho de Sentença. 

Condenado responde por outro homicídio no mesmo ano

Pinto responde por um segundo assassinato em 2016. Este processo está no Tribunal de Justiça, pois a defesa recorreu da sentença que o pronunciou por homicídio qualificado, por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima, de Mateus José Pereira e tentativa de homicídio contra Fabrício Pedretti Pavan.

Pereira foi morto a tiros na noite de 5 de dezembro de 2016 em um semáforo da travessa São Marcos, no bairro Kayser. O réu teria agido junto a Andrei Baldin, que morreu em confronto com a Brigada Militar (BM) três dias após o assassinato de Pereira. A vítima era filha do pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular de Caxias do Sul, José Flávio Pereira, reconhecido por seu trabalho social voltado a combater o uso de drogas e a criminalidade na zona sul da cidade.

 
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