Assassinato de mulher em Garibaldi ainda é cercado de mistérios - Polícia - Pioneiro

Investigação14/11/2017 | 19h09Atualizada em 14/11/2017 | 19h41

Assassinato de mulher em Garibaldi ainda é cercado de mistérios

Charline Francielli Martins Ribeiro, 34 anos, foi esfaqueada na segunda-feira

Assassinato de mulher em Garibaldi ainda é cercado de mistérios Facebook/Reprodução
Foto: Facebook / Reprodução
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A Polícia Civil de Garibaldi tenta montar o quebra-cabeça sobre o assassinato da técnica em enfermagem Charline Francielli Martins Ribeiro, 34 anos. Moradora de Bento Gonçalves, a mulher foi esfaqueada na tarde de segunda-feira e deixada dentro do próprio carro na Linha Sertorina, em Garibaldi. Ela morreu horas depois no Hospital Tacchini.

No início da tarde de segunda-feira, a vítima saiu de casa sozinha, no bairro Universitário, em Bento Gonçalves, conduzindo o veículo supostamente para fazer compras. Conforme a investigação, ela não iria ao trabalho na segunda-feira e não se sabe qual foi o trajeto percorrido. Por volta das 15h, populares encontraram o carro parado numa estrada vicinal que liga Garibaldi a Farroupilha. Com ferimentos no pescoço, tórax e abdômen, Charline estava no banco do motorista. Dali, foi levada pelo Samu para o hospital, onde morreu à noite. 

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Uma das hipóteses é de que o caso tenha relação com a violência doméstica, pois a vítima já havia registrado diversas ocorrências contra um ex-companheiro por agressões e ameaças de morte. Contudo, o homem foi ouvido pela Polícia Civil e negou qualquer participação no caso, segundo o delegado Clóvis Rodrigues de Souza.

— Esse suspeito apresentou álibi, foi encontrado pela Brigada Militar e testemunhas relataram que ele estava trabalhando. Por esse motivo, foi liberado por falta de provas do suposto envolvimento dele — diz Souza.

O delegado também não descarta um possível latrocínio: a chave do carro de Charline, um Ka branco, sumiu. Os agentes de Garibaldi pedirão apoio da Polícia Civil de Bento Gonçalves para ajudar nas investigações.

Mãe de dois filhos, a técnica em enfermagem estava namorando outro homem e atuava na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bento Gonçalves havia cerca de um mês. Nos últimos três anos, também trabalhou nas unidades básicas de saúde dos bairros Progresso e Ouro Verde. O sepultamento de Charline ocorreu na tarde desta terça-feira no Cemitério Público Central de Bento Gonçalves. A prefeitura de Bento emitiu nota de pesar lamentando a morte.

 
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