Pioneiro atualiza ferramenta que facilita análise de assassinatos em Caxias do Sul - Polícia - Pioneiro

Contador da Violência12/10/2017 | 06h00Atualizada em 12/10/2017 | 10h32

Pioneiro atualiza ferramenta que facilita análise de assassinatos em Caxias do Sul

Novidades incluem gráficos, novos filtros e destacam atuação da Polícia Civil

Pioneiro atualiza ferramenta que facilita análise de assassinatos em Caxias do Sul Agencia RBS/A Notícia
Atualização conta com uma nova página de gráficos e filtros por idade das vítimas e bairros dos crimes Foto: Agencia RBS / A Notícia

Entrou no ar nesta quinta-feira a atualização do infográfico Contador da Violência, que reúne detalhes sobre todos os assassinatos registrados em Caxias do Sul desde 2016. Além de um novo visual, a ferramenta agora conta uma seção de gráficos para facilitar a navegação e o entendimento dos crimes e também ajudar em pesquisas simples. 

A atualização colocou em destaque o percentual de elucidação de assassinatos pela Polícia Civil, atualmente em 38%, e disponibiliza novos filtros: como a faixa etária das vítimas e a busca de mortes por bairro. A seção de gráficos apresenta a evolução dos assassinatos na cidade desde 1990 — são 2.598 vítimas desde então — e ilustrações que visam facilitar a leitura dos dados já disponíveis no Contador, como quantos das vítimas possuíam antecedentes criminais.

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O Contador foi lançado em setembro de 2016, quando o município atingiu a marca de 100 assassinatos naquele ano. Os dados mostram que a violência teve uma redução neste ano — que registrava 87 mortes em 2017 até esta quarta-feira.

A ferramenta, desenvolvida pelo programador Guilherme Ferrari, é abastecida com informações colhidas das investigações da Polícia Civil, com os registros da Brigada Militar (BM) e laudos do Instituto Geral de Perícias, além dos relatos de familiares das vítimas. O objetivo é ir além das estatísticas e levar ao cidadão informações que historicamente não estão disponíveis, seja em sites governamentais, páginas de órgãos de segurança ou de ONGs que lidam com a violência.


 
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