Polícia Civil prende mais uma pessoa por possível envolvimento em esquartejamento em Caxias - Polícia - Pioneiro

Investigação30/08/2017 | 18h41Atualizada em 30/08/2017 | 20h51

Polícia Civil prende mais uma pessoa por possível envolvimento em esquartejamento em Caxias

Homem de 52 anos foi citado como participante em depoimento de João Carlos da Rosa Gomes, que confessou a autoria do crime

Polícia Civil prende mais uma pessoa por possível envolvimento em esquartejamento em Caxias Porthus Junior  / Agencia RBS/Agencia RBS
Pelo crime, o açougueiro João Carlos da Rosa Gomes está preso desde o dia 17 de agosto Foto: Porthus Junior / Agencia RBS / Agencia RBS
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Agentes da Delegacia de Homicídios de Caxias do Sul prenderam, nesta quarta-feira, um terceiro investigado pelo homicídio e esquartejamento de Luciano Vargas Silva, 45 anos, cujo corpo pedaços do cadáver foram encontrados em contêiner de lixo da área central no dia 1º de agosto. Como a prisão é temporária e as provas indiretas contra o investigado são indiretas, a Polícia Civil optou por não divugvar a identidade do homem de 52 anos.

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A prisão ocorreu por volta das 16h no bairro Desvio Rizzo. O suspeito, que não possui antecedentes criminais, negou a participação no assassinato. Com intuito de preservar a investigação, a prisão temporária tem validade de 30 dias.

O nome deste terceiro envolvido surgiu no depoimento do açougueiro João Carlos da Rosa Gomes, 63. Na ocasião da prisão, em 17 de agosto no município de Palhoça (SC), João Carlos e sua mulher, mulher Alminda da Rosa Gomes, optaram por permanecer em silêncio. Dias depois, após consultar seu advogado, o idoso decidiu prestar depoimento e confessou o assassinato.

João Carlos afirmou que o motivo foi um histórico violento do ex-genro com a sua filha. O açougueiro relatou que o crime ocorreu durante uma desavença na casa que alugava no bairro Desvio Rizzo. No meio da briga, este terceiro investigado apareceu e atingiu Luciano na cabeça. João Carlos aproveitou a situação e acertou uma facada no peito do ex-genro. O esquartejamento foi uma tentativa de esconder o assassinato.

Em seu depoimento, João Carlos afirmou que Alminda não teve conhecimento do crime. No entanto, os investigadores notaram inconsistências no relato. A participação da mulher na ocultação do cadáver ainda é investigada.

 
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