Suspeito de latrocínio de servidora pública, em Caxias, tem prisão temporária decretada - Polícia - Pioneiro

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Insegurança20/02/2017 | 19h43Atualizada em 20/02/2017 | 19h53

Suspeito de latrocínio de servidora pública, em Caxias, tem prisão temporária decretada

Extraoficialmente, o rapaz confessou aos PMs ser o autor dos disparos

Suspeito de latrocínio de servidora pública, em Caxias, tem prisão temporária decretada Juliana Bevilaqua/Agência RBS
Eliane foi assassinada durante uma tentativa de assalto na Rua Bortolo Zani Foto: Juliana Bevilaqua / Agência RBS

A Justiça de Caxias do Sul decretou a prisão temporária do principal suspeito do latrocínio da servidora pública Eliane Stedile Busellato, 48 anos. Ela foi assassinada durante uma tentativa de roubo de veículo no início da noite de domingo. O rapaz de 23 anos foi detido pela Brigada Militar (BM) após uma denúncia anônima na manhã desta segunda-feira. Ao longo do dia, a Polícia Civil realizou diversas diligências para embasar a representação de sua prisão, a qual foi determinada no início da noite. Como a prisão não ocorreu em flagrante e a investigação segue em andamento, o nome do suspeito não foi divulgado.

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Extraoficialmente, o rapaz teria confessado aos brigadianos ser o autor dos disparos contra a servidora pública e contou detalhes do crime. Ele possui registros de ameaça como adolescente infrator e embriaguez ao volante.

Em sua residência na Rua Amádio Perini, no bairro Diamantino, foram apreendidos alguns celulares. Um deles seria o do motorista de um Logan assaltado durante a fuga dos criminosos que atiraram contra Eliane. O delegado Mário Mombach, porém, afirma que são necessárias perícias para confirmar a suspeita.

— Nosso foco é em esclarecer os autores do latrocínio. Temos reconhecimentos, oitivas de testemunhas e análises de filmagens (para realizar nos próximos dias). Secundariamente, iremos apurar esta sequência com dois roubos de veículos e outras duas tentativas — explica o chefe da Delegacia de Furtos, Roubos, Entorpecentes e Capturas (Defrec).

A prisão temporária tem prazo de 30 dias, porém pode ser prorrogado por mais 30 conforme necessidade da investigação. Mobilizados desde a noite do crime, os agentes da Defrec seguem em busca dos outros dois envolvidos no latrocínio.

 
 
 
 
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