Reunião definirá data de abertura da nova sede da Polícia Civil de Caxias - Polícia - Pioneiro

Obra29/11/2016 | 13h08Atualizada em 29/11/2016 | 13h23

Reunião definirá data de abertura da nova sede da Polícia Civil de Caxias

Construção do novo espaço se arrasta desde 2011

Reunião definirá data de abertura da nova sede da Polícia Civil de Caxias Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Prédio está localizado na esquina das ruas Irmão Miguel Dario e Humberto de Campos, no bairro Jardim América. Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

Uma reunião marcada para quarta-feira pode definir o prazo final da entrega do novo prédio da Polícia Civil de Caxias do Sul, que está quase pronto De acordo com a empresa responsável pela empreitada, a Fator Engenharia, o encontro deve reunir engenheiros e membros da Coordenadoria Regional de Obras Públicas. A obra, na esquina das ruas Irmão Miguel Dario e Humberto de Campos, no bairro Jardim América, se arrasta desde 2011 por diversos problemas: burocracia, modificações no projeto e adequações no terreno onde o prédio foi erguido. 

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Promessa de mais agilidade e qualidade no atendimento à população, o novo espaço, deve atender demandas da Delegacia Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), além da Delegacia de Trânsito e da Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD), que hoje funcionam na área central da cidade. Conforme o delegado regional Paulo Roberto Rosa da Silva, faltam ajustes internos, reparos de jardinagem e a finalização de portões e rampas. 

— O que estamos na pendência é a instalação da rede elétrica, de questões de tecnologia de informação e ar-condicionado. Na parte externa já foram feitas as pinturas das vagas de estacionamento para deficientes, a instalação do pórtico com o logo da polícia. Claro, que faltam também o corte de grama e outros ajustes, mas está praticamente tudo pronto — conta o delegado.

A burocracia enfrentada pela construtora responsável pelo trabalho já forçou três paralisações para adequar o projeto. A obra começou em dezembro de 2011 e tinha previsão de conclusão de um ano. Mas, cerca de um mês após o início da construção, o projeto foi suspenso por problemas no solo, além da retirada da vegetação no local. Depois de retomada a obra, em abril de 2012, houve uma nova interrupção, em outubro daquele ano, dessa vez por problemas na planilha da licitação, que discrimina o que deve ser adquirido. As equipes só retornaram à obra mais de um ano depois, em abril de 2014.

O último entrave aconteceu no início de 2015, com a alteração da legislação de prevenção contra incêndios. Conforme a Secretaria de Obras Públicas do Estado, um novo Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) precisou ser elaborado e exigiu alterações como instalação de hidrantes e adequação das escadas. Com isso, o valor da obra foi alterado e um novo termo aditivo precisou ser lançado pelo Estado. Quando o termo foi publicado, o prazo da empresa responsável pela obra já havia acabado, e um novo aditivo foi necessário para definir o prazo e permitir que a empresa retomasse a obra. 

 
 

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