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Segurança epidemiológica29/10/2020 | 21h03Atualizada em 29/10/2020 | 21h16

Serra tem um terço dos selos emitidos pelo Ministério do Turismo no Rio Grande do Sul

Ação do Governo Federal ajuda a fomentar uma das atividades econômicas mais importantes para região

Serra tem um terço dos selos emitidos pelo Ministério do Turismo no Rio Grande do Sul Porthus Junior/Agencia RBS
Cleane Coelho e Luiz Fernando Pez buscaram o Selo para o Park Festa e Folia, em Caxias Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Viajar, conhecer novos lugares ou ter opções de lazer com segurança são as maiores dificuldades num momento em que a pandemia do coronavírus arrefeceu na maior parte da Serra gaúcha, mas ainda requer atenção. Sem a possibilidade de aglomerações, os setores de turismo e entretenimento precisam se reinventar, adaptar-se e cumprir rígidos protocolos. Entretanto, ainda geram algumas dúvidas sobre a população. O receio e o medo são sentimentos comuns na atualidade.

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A partir dessas incertezas e vendo que as viagens longas estão cada vez mais difíceis, o Ministério do Turismo deu uma colaboração para todas as empresas que estão no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), um selo que garante os protocolos mínimos de higiene e dão segurança aos visitantes e clientes de uma gama enorme de empreendimentos. 

—  A regra fica clara para todo mundo. A regra, neste momento, é a precaução e a segurança. Quando ela está clara para todos, fica fácil estabelecer isso — afirma Luiz Fernando Pez, proprietário do Park Festa e Folia de Caxias do Sul e que aderiu ao Selo do Turismo Responsável.

A Serra é uma região privilegiada e o turismo é uma atividade econômica de muita força. Dos 1,4 mil selos no Rio Grande do Sul, pouco mais de um terço está na região. Só em Gramado, a cidade líder na Serra, são 104 empreendimentos que aderiram ao projeto do governo federal. O foco é mostrar aos clientes que o ambiente é seguro.

— Gramado é referência de muitas ações e posturas que vêm sendo adotadas na pandemia e retomada do turismo. Por isso, é de grande importância um selo de qualidade, reforçando todos os esforços que temos feito — ressalta Rosângela Potter, secretária-adjunta de Turismo do município da Região das Hortênsias.

O Selo do Turismo Responsável não tem nenhum custo para os empresários e também não significa que o local poderá funcionar sem as restrições previstas na pandemia. O sistema não se sobrepõe aos decretos municipais. Ao mesmo tempo, conta com o melhor fiscalizador possível: o turista. Portanto, quem aderir ao programa e não cumprir protocolos pode ser denunciado aos órgãos públicos competentes.

— O que a gente nota de diferença na pandemia são as denúncias. A população expõe aquilo que acontece fora das regulamentações — lembra Vicente Perini, presidente do Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria da Região da Uva de do Vinho (SEGH).

São novos tempos, mas que podem ser diferentes se contarem com o auxílio de todos.

COMO ADERIR
:: A adesão é feita pelo site do Ministério de forma gratuita.
:: Os requisitos mínimos são estar no Cadastur e a autodeclaração que de o estabelecimento cumpre os protocolos.
:: O selo deve ficar em local visível aos clientes.
:: São 15 modalidades de empreendimentos e cada empresa pode se enquadrar em mais de uma possibilidade.

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