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Coronavírus27/07/2020 | 11h22Atualizada em 27/07/2020 | 11h22

UPA Central de Caxias é inspecionada após funcionárias realizarem festa sem proteção

Fotos que mostram o encontro no refeitório da unidade chegaram à Secretaria Municipal de Saúde. InSaúde afirma que está apurando o caso

UPA Central de Caxias é inspecionada após funcionárias realizarem festa sem proteção Divulgação / SMS/SMS
De acordo com a SMS, festa ocorreu na noite de sábado no refeitório da UPA Central Foto: Divulgação / SMS / SMS

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central de Caxias do Sul passa por uma inspeção na manhã desta segunda-feira (27) após a informação de que funcionárias teriam realizado uma festa junina na noite de sábado (25) no refeitório da unidade. Nessa manhã, equipes da Vigilância Sanitária e do Centro de Referência Nacional em Saúde do Trabalhador (Cerest/Serra) avaliam o cumprimento dos protocolos sanitários no local. 

Conforme a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o município tomou conhecimento do ocorrido por meio de fotos que foram compartilhadas em redes sociais. Nelas foram identificadas, segundo o Secretário Municipal de Saúde, Jorge Olavo Hahn Castro, pelo menos 14 profissionais contratadas pelo Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde (InSaúde). O Instituto é responsável pela gestão da UPA Central. As pessoas que aparecem nas fotos não estão, inclusive, com equipamentos de proteção.

InSaúde instaurou procedimento apuratório para tomar medidas legais cabíveisFoto: Divulgação / SMS

Em nota, o InSaúde afirma que "não tinha ciência do fato extremamente grave ocorrido neste sábado (25/07) e não autorizou a realização da 'festa junina' organizada por um determinado grupo de funcionários". Por meio da assessoria de imprensa, o Instituto também afirmou que não compactua com a conduta destes funcionários e que instaurou "procedimento apuratório com objetivo de tomar as medidas legais cabíveis e pertinentes ao caso".

De acordo com Castro, a inspeção desta segunda-feira tem como objetivo averiguar o cumprimento dos protocolos estabelecidos, sobretudo durante a pandemia do novo coronavírus.

— Elas reuniram-se no refeitório, em horário de trabalho, e estavam sem proteção adequada, violando todas os protocolos sanitários. Estamos exigindo a apuração imediata por parte do InSaúde e que sejam tomadas duras medidas — afirmou Castro.

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