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Luto20/07/2020 | 14h05Atualizada em 20/07/2020 | 15h02

"Ele fazia as pessoas sorrirem", conta sobrinha de caxiense que morreu em acidente na Rota do Sol em São Francisco de Paula 

Elias Basso era querido em Galópolis onde participava de festas nas localidades do interior e ajudava na escola Ismael Chaves Barcellos 

"Ele fazia as pessoas sorrirem", conta sobrinha de caxiense que morreu em acidente na Rota do Sol em São Francisco de Paula  Arquivo Pessoal/Divulgação
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Elias Basso, 43 anos, é descrito por familiares e amigos como um homem alegre, gentil e que não poupava esforços para fazer o bem pela comunidade em que vivia e por todos que o conheciam. 

Ele morreu na última sexta-feira (17) em um acidente entre o carro em que estava e uma carreta no Km 189 da RSC-453, a Rota do Sol. O trecho fica em São Francisco de Paula. A esposa dele Tatiane Alves da Conceição Basso, 38, dirigia o carro. O filho do casal Felipe Elias Basso, 13, também estava no veículo. Eles tiveram ferimentos, mas segundo a família já estão se recuperando em casa, no bairro Galópolis, em Caxias do Sul

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-  Ele era meu padrinho de crisma e de batismo da minha filha. O Elias era alegre e ele sempre fazia as pessoas sorrirem. Se alguém estivesse triste, ele fazia sorrir. Estava sempre ajudando todo mundo. Não tem palavras para descrever ele. Era divertido, companheiro e sempre ao lado da família - conta sobrinha Grasiela Alves da Silva, 32. 

Comunidade de luto

Ele sempre fazia as pessoas sorrirem, conta sobrinha de caxiense que morreu em acidente na Rota do Sol em São Franscisco de Paula. Fita preta foi colocada na Escola Ismael Chaves Barcellos para homenagear Elias Basso, que morreu em acidente de trânsito na Rota do Sol. <!-- NICAID(14549021) -->
Uma fita preta foi colocada no portão da escola Ismael Chaves Barcellos para prestra uma homenagem a Basso e a família deleFoto: Tatiane Molon / Divulgação

Basso era uma pessoa conhecida e querida em Galópolis. Ele era festeiro das tradicionais festas religiosas nas comunidades do interior. Também participava do Círculo de Pais e Mestres (CPM) da Escola Estadual Ismael Chaves Barcellos. Uma fita preta foi colocada no portão do colégio em homenagem a Basso e à família dele. A diretora Tatiane Molon, 43, relembra uma história conhecida no bairro: 

- Ele ajudava a arrumar o salão e carregava as cadeiras e tem uma história que todos conhecem:um dia não veio o caminhão para transportar as cadeiras para outro lugar e ele transportou na Kombi verde dele. Era um homem gentil e trabalhador que sempre zelava pelo bem de Galópolis. A fita é uma homenagem singela a quem fez tanto pela escola . Essa é uma tragédia pessoal porque perdemos uma pessoa muito envolvida e querida da comunidade. 

No trabalho, a característica dele marcante era o bom humor. Basso prestava serviços de manutenção havia 11 anos no CT do Esporte Clube Juventude. 

- Ele era uma pessoa prestativa. Nunca precisamos cobrar nada porque o trabalho dele era feito sempre bem e na hora. Com ele não tinha ruim para qualquer tarefa e sempre sabia o que fazer. Tínhamos uma convivência muito boa e tranquilo porque ele era alegre, divertido e estava sempre de bom humor.  Não tem como falar do Elias sem falar que era uma pessoa amiga, era amigo de todos - lembra Luís Carlos Tonin, 54 anos, coordenador de patrimônio do clube. 

O corpo de Basso foi sepultado na manhã de domingo (19), em Galópolis. 

 
 
 

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