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Por 30 dias12/03/2020 | 12h07Atualizada em 12/03/2020 | 15h57

Prefeito em exercício de Farroupilha suspende contrato para instalação de cercamento eletrônico

Esse é um dos primeiros atos do prefeito em exercício, Pedro Pedrozo, após assumir o cargo na quarta-feira

Prefeito em exercício de Farroupilha suspende contrato para instalação de cercamento eletrônico Jeferson Ageitos/RBSTV
Leitores de placas foram instalados no final do ano passado Foto: Jeferson Ageitos / RBSTV

A prefeitura de Farroupilha suspendeu por 30 dias o contrato para a instalação do cercamento eletrônico no município. Esse é um dos primeiros atos do prefeito em exercício, Pedro Pedrozo (PSB), após assumir o cargo na quarta-feira (11), quando a decisão foi publicada no Diário Oficial do Município. O prefeito Claiton Gonçalves (PDT), que responde a dois processos de impeachment, se afastou em uma licença saúde por tempo indeterminado.

Pela licitação feita no ano passado, a empresa contratada faria a modernização do sistema de semáforos do município, a implantação de câmeras de monitoramento e a instalação de um centro operacional para acompanhar as imagens, entre outros serviços. O sistema escolhido é capaz de realizar a leitura automática de placas de carros, gerando a possibilidade de verificar veículos que foram furtados ou roubados que passam pela cidade.

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Os 19 leitores de placas foram colocados em oito pontos de acessos aos municípios no final do ano passado e a previsão era que entrassem em funcionamento até meados de abril. A ideia inicial era usá-los para aplicar multas para quem trafegasse com excesso de velocidade, mas em fevereiro a prefeitura divulgou uma mudança na postura. Ao menos em um primeiro momento, os equipamentos não teriam essa funcionalidade.

O contrato continha um pacote que contempla ainda a implantação de 75 câmeras de vigilância do patrimônio, 10 câmeras que permitem zoom e inclinação, quatro câmeras de reconhecimento facial e semáforos inteligentes - as sinaleiras estariam habilitadas a autuar motoristas que furam o sinal vermelho ou param sobre a faixa de segurança, o que também não seria ativado inicialmente.

O valor do contrato é de R$ 2,8 milhões. Em coletiva na tarde desta quinta-feira, o prefeito em exercício afirmou que a suspensão ocorre para avaliação do contrato. Ressaltou que não há suspeitas de irregularidades, mas que como houve manifestações contrárias sobre as multas, adiantou que não pretende aplicar as penalidades.

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