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Trânsito28/01/2020 | 20h45Atualizada em 28/01/2020 | 21h32

EGR deve reforçar sinalização na RS-122, entre Flores da Cunha e Antônio Prado

Prefeitos dos dois municípios solicitaram medidas para tentar reduzir número de acidentes

EGR deve reforçar sinalização na RS-122, entre Flores da Cunha e Antônio Prado Fábio Carnessella / Divulgação/Prefeitura de Flores da Cunha/Divulgação/Prefeitura de Flores da Cunha
Um dos pontos avaliados pelo grupo fica em Antônio Prado, entre o Km 120 e 122 da RS-122 Foto: Fábio Carnessella / Divulgação/Prefeitura de Flores da Cunha / Divulgação/Prefeitura de Flores da Cunha

A Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) fez uma vistoria no trecho da RS-122 entre Flores da Cunha e Antônio Prado na manhã desta terça-feira (28). A visita aos municípios atendeu a um pedido feito pelos prefeitos das duas cidades que foram à sede da EGR em Porto Alegre na semana passada. Os gestores pediram providências para tentar reduzir o número de acidentes na rodovia que é estadual, mas está sob a administração da empresa que mantém um posto de pedágio em Flores da Cunha.

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Segundo o prefeito de Flores, Lídio Scortegagna, ao longo dos últimos anos, o número de acidentes vem crescendo, muitos deles envolvendo caminhões de outros estados o que suscita que os motoristas não conheçam o trecho e, portanto, acabem não tendo a dimensão do perigo expresso nas placas existentes.

– Ela (rodovia) é traiçoeira. Tem as curvas, tem os descansos, depois, as descidas. É um total de pouco mais de 15 quilômetros que têm esse problema. A gente espera que em poucos dias se tenha esse reforço de sinalização – considerou Scortegagna. 

Representantes do Batalhão de Bombeiros Militar e do Grupo Rodoviário da Brigada Militar acompanharam a vistoria e colaboraram com informações sobre os pontos de maior risco. Conforme o grupo rodoviário, nos últimos 12 meses, no perímetro de Caxias-Flores da Cunha-Antônio Prado, foram registrados 73 acidentes, envolvendo 139 veículos, resultando em 85 pessoas feridas e 10 mortes.

Os prefeitos pediram e a EGR deve implementar uma quantidade maior de placas indicativas de alerta, defensas metálicas em alguns pontos e caixas de britas em outros. As caixas de brita são recuos feitos com uma camada alta de pedrinhas que servem para parar veículos pesados porque de certa forma eles afundam reduzindo a velocidade. O grupo rodoviário sugeriu colocação de lombadas em pelo menos dois pontos.

As prefeituras se disponibilizaram a auxiliar no trabalho, somando esforços.

– Foram vários pontos de risco identificados e todos eles vão sofrer uma interferência da EGR – declarou o presidente da empresa, Urbano Schmitt.

Para alguns itens, como placas, a EGR tem contrato de manutenção em andamento com prestador de serviço, ou seja, não necessita de licitação e a implantação é mais rápida. Para as defensas existe registro de preços e também possível a aquisição. Já para as caixas de britas é preciso verificar se há necessidade de projeto, se sim, será preciso fazer licitação.

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