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Novas frentes de trabalho09/12/2019 | 12h23Atualizada em 09/12/2019 | 12h24

Remoção de pedras na RS-122, em Farroupilha, será intensificada

Novas detonações estão previstas para ocorrer ao longo desta segunda-feira

Remoção de pedras na RS-122, em Farroupilha, será intensificada André Fiedler/Agência RBS
Km 43 da RS-122 em Farroupilha está bloqueado por queda de barreira desde a noite de 4 de novembro Foto: André Fiedler / Agência RBS

O trabalho de remoção de rochas no km 43 da RS-122, em Farroupilha, deve ser intensificado nos próximos dias para agilizar a liberação parcial da rodovia. As orientações para as próximas etapas do trabalho devem ser dadas durante uma vistoria de pelo menos dois diretores do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), prevista ainda para esta segunda-feira (9). O trecho está bloqueado desde o dia 4 de novembro devido a uma queda de barreira. O objetivo é que os ajustes permitam a liberação ainda nesta semana, como projetou o novo diretor-geral do departamento, Luciano Faustino, em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade também nesta segunda. 

Após novas detonações serem realizadas na sexta-feira (6), a equipe da empresa Encopav, contratada pelo Daer para a manutenção da rodovia, passou o fim de semana trabalhando no recolhimento das rochas. Foram cerca de 300 cargas de caminhão com o material já recolhido.

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RS-122, em Farroupilha, será liberada parcialmente nesta semana, projeta diretor do Daer 

Na manhã desta segunda, o volume que estava sobre a pista ainda era muito grande, a ponto de impedir a visualização do lado oposto da barreira. Mesmo com duas retroescavadeiras atuando constantemente, uma em cima da encosta e outra junto à pista, o trabalho ainda parecia longe do fim.

Ao longo do dia, estão previstas novas explosões em grandes blocos de pedra que caíram com a detonação da encosta na última quarta-feira (4). Parte das rochas ficou visível durante o fim de semana, durante a remoção de pedras menores. Com a quebra do material, o recolhimento fica mais fácil e também é possível abrir mais espaço para a colocação de mais máquinas.

— A ideia é detonar o mais rápido possível. Estamos buscando agilidade para poder liberar a rodovia — afirma o diretor de Operação Rodoviária do Daer, Sandro Wagner Vaz dos Santos. 

As perfurações para implantação dos novos explosivos já tiveram início e, na manhã desta segunda, se concentravam no lado norte da barreira, enquanto as escavações ocorriam no lado sul. Parte das rochas que ainda serão detonadas também ficam no lado sul.

A previsão de liberação da rodovia nesta terça-feira (10), dada pelo secretário de Logística e Transportes do Estado, Juvir Costella, não deve se confirmar. Já a nova projeção de Luciano Faustino depende do andamento do trabalho e da verificação que deve ser realizada nesta segunda-feira.

Alguns metros acima da pista, junto à encosta, uma bancada (espécie de aterro) será criada para servir de barreira para pedras que eventualmente ainda possam cair. A liberação total da rodovia, porém, só vai ocorrer em 2020, após a construção de uma contenção na encosta.

— Falamos que será uma liberação precária porque vamos restabelecer a ligação, mas ela não será total — destaca Wagner.

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