Equipes usarão trator e perfuratriz para remover rocha na ERS-122, em Farroupilha - Geral - Pioneiro

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Sem previsão de liberação19/11/2019 | 11h23Atualizada em 19/11/2019 | 11h55

Equipes usarão trator e perfuratriz para remover rocha na ERS-122, em Farroupilha

Trabalho está previsto para recomeçar nesta terça-feira

Equipes usarão trator e perfuratriz para remover rocha na ERS-122, em Farroupilha Porthus Junior/Agencia RBS
Bloqueio na rodovia completou duas semanas na noite desta segunda-feira (18) Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

As equipes da empresa Encopav, contratada pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) para a manutenção da ERS-122, utilizarão um trator e uma perfuratriz para remover as rochas que ameaçam cair da encosta no km 43 da rodovia, em Farroupilha. Por volta das 10h30min desta terça-feira (19), engenheiros e geólogos do Daer, além dos operários e do maquinário necessário, já estavam a caminho do ponto de obras.

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Conforme o diretor de Operação Rodoviária do Daer, Sandro Wagner Vaz dos Santos, a perfuratriz será utilizada para abrir furos de pelo menos 12 metros de profundidade nas rochas para a implantação de explosivos. O equipamento precisará ser sustentado por um trator para garantir a segurança dos funcionários.

— Como está instável, a escavadeira vai ter que ficar mais distante e segurar a perfuratriz para não correr o risco de cair tudo — detalha Santos.

Equipes usarão trator e perfuratriz para remoção de rocha na ERS-122, em Farroupilha. Foto da parte da cima da encosta onde houve a queda de barreira
Parte superior da encosta pode ser acessada somente por meio de trilha íngreme e estreitaFoto: André Fiedler / Divulgação

Para chegar até o topo da encosta, a equipe seguirá com o maquinário por uma estrada de chão, com terreno bastante acidentado, até uma propriedade rural que fica na direção do ponto onde houve a queda de barreira. Até a beira da ERS-122, porém, serão mais 500 metros em uma trilha que cruza o terreno particular. O trajeto final é íngreme, pedregoso e estreito em alguns pontos, o que exigiu adaptação por parte da equipe.

— Vamos ter que levar uma escavadeira menor porque uma maior não tem como passar — afirma Santos.

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Assim como na primeira etapa da obra, finalizada na última quinta-feira (14), a empresa Boqueirão Desmonte será responsável pelas detonações, enquanto a Encopav será responsável pelo restante da operação coordenados pelo Daer. Devido às dificuldades para a remoção das rochas, não há previsão de quanto tempo será necessário para a finalização do trabalho. A ação é condição para a liberação provisória da rodovia, já que há ameaça de queda de rochas que podem atingir os veículos. Até lá, a rodovia seguirá totalmente bloqueada e sinalizada com cones. O Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) monitora o trecho interrompido.

Vistoria

O secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, também deve comparecer no ponto de obras no fim da manhã para acompanhar o trabalho. Ele está a caminho de Caxias do Sul onde participa de um evento da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC).

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