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Segunda etapa18/11/2019 | 11h09Atualizada em 18/11/2019 | 13h44

Com remoção de rochas prevista para essa segunda, trânsito na ERS-122, em Farroupilha, segue bloqueado

O maquinário necessário deve ser transportado ao local das obras ainda nesta segunda

Com remoção de rochas prevista para essa segunda, trânsito na ERS-122, em Farroupilha, segue bloqueado André Fiedler/
Com remoção de rochas prevista para essa segunda, trânsito na ERS-122, em Farroupilha, segue bloqueado Foto: André Fiedler

Uma reunião entre técnicos do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e representantes de empresas contratadas na tarde desta segunda-feira (18) deve dar início ao trabalho de remoção de rochas que ainda ameaçam cair na ERS-122, em Farroupilha. O encontro ocorrerá no local das obras, no km 43, e também servirá para as equipes ajustarem os detalhes da operação. Por parte do Daer, participarão da reunião engenheiros, geólogos e geotécnicos. 

Entre as ações já definidas está a utilização de uma máquina para a derrubada das pedras por cima da encosta e também a realização de novas detonações. O maquinário necessário deve ser transportado ao local das obras ainda nesta segunda, mas a previsão é que o trabalho ganhe ritmo apenas na terça-feira (19), quando, inclusive, estão previstas as detonações. Nesta segunda devem ocorrer apenas avaliações para ajustar a logística da operação e também alguns trabalhos preliminares, conforme a Secretaria de Logística e Transportes do Estado. Com exceção das detonações, o trabalho deve ser realizado pela empresa Encopav, assim como na primeira etapa. Enquanto as pedras não forem removidas, não há condição de liberação do trânsito. 

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Para acessar as pedras na encosta, porém, as equipes precisarão abrir caminho em meio à vegetação. O acesso ao local das obras é realizado por uma estrada estreita e acidentada, que dá acesso às poucas casas da região. Até a beira da rodovia, no entanto, é preciso cruzar o terreno de uma propriedade privada. A travessia ocorre por uma trilha estreita, íngreme e pedregosa. Segundo o agricultor Valdir Dupont,47 anos, proprietário da área, são 500 metros até chegar ao ponto exato do deslizamento. Um outro acesso é possível pela base da encosta, mas a trilha é ainda mais estreita e não permite a passagem de máquinas.

Por volta das 9h10min desta segunda, três funcionários da Encopav chegaram ao local das obras. A tarefa deles, porém, era realizar medições do local para a elaboração de um relatório do trabalho já realizado.

O ponto de bloqueio segue sinalizado com cones e conta com o monitoramento do Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM).

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