Hospital Geral de Caxias reforma pronto-socorro, mas ampliação de capacidade depende de novo prédio - Geral - Pioneiro

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Saúde04/10/2019 | 13h42Atualizada em 04/10/2019 | 13h42

Hospital Geral de Caxias reforma pronto-socorro, mas ampliação de capacidade depende de novo prédio

Instituição oferece oito leitos e cinco poltronas para atendimentos de urgência e emergência

Hospital Geral de Caxias reforma pronto-socorro, mas ampliação de capacidade depende de novo prédio Antonio Valiente/Agencia RBS
Centro de triagem é uma das novidades Foto: Antonio Valiente / Agencia RBS

O Hospital Geral (HG) de Caxias do Sul inaugurou na manhã desta sexta-feira (4) a reforma do pronto-socorro. Apesar das melhorias, não houve ampliação na capacidade de atendimento. Conforme o diretor do HG, Sandro Junqueira, isso depende da conclusão do novo prédio, obra parada há anos por falta de recursos. Hoje são oito leitos e cinco poltronas para atendimentos de urgência e emergência. 

As obras entregues oficialmente à comunidade deixaram o setor adequado a normas da vigilância sanitária. A enfermaria passou a ter mais espaço e foi climatizada. Houve ainda a criação de um centro de triagem, em que os pacientes são classificados conforme o quadro de saúde. De acordo com Junqueira, antes isso ocorria em outros ambientes do hospital e esta nova sala melhora o fluxo de atendimento. 

Outra intervenção foi no acesso para ambulâncias que chegam com pessoas em estado grave. Com a retirada de um pilar e um instalação de um teto mais alto, a chegada ao hospital para motoristas de ambulâncias ficou mais fácil. Uma painel na entrada do pronto-socorro também foi instalado e mostra, além de informações sobre os pacientes, a ocupação do setor no momento. Por volta das 11h desta sexta-feira, estava em 93%.

Durante a cerimônia de inauguração, Junqueira destacou que a obra não será capaz de evitar momentos de superlotação. Apesar disso, salientou que a reforma era necessária, porque esta era uma área do hospital que não tinha evoluído tanto quanto outros setores nos 21 anos de funcionamento da instituição.

—É uma melhoria para dar mais conforto e segurança aos pacientes — comenta.

Ele também salientou que a obra só foi viabilizada por causa da parceria com quatro empresas parceiras, que destinaram recursos obtidos em projetos sociais para a reforma. A obra, que começou no início deste ano, custou R$ 360 mil.

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