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Solidariedade18/09/2019 | 09h27Atualizada em 18/09/2019 | 10h01

Moradores da Serra precisam de ajuda para custear tratamentos

Conheça as histórias de Larissa Pimentel, de Caxias do Sul, e Willian da Rocha Pires, de Bento Gonçalves

Moradores da Serra precisam de ajuda para custear tratamentos Arquivo Pessoal/Duvulgação
Larissa Pimentel precisa de ajuda para ir para São Paulo, onde há o serviço nacional de referência para tratamento de sua doença Foto: Arquivo Pessoal / Duvulgação

Larissa Pimentel, de Caxias do Sul, e Willian da Rocha Pires, de Bento Gonçalves, precisam de ajuda para realizar tratamentos de saúde. Os dois não se conhecem, mas dividem uma luta diária para vencer as doenças que enfrentam desde pequenos. 

Lari, como é chamada pelos familiares, é uma menina de 12 anos, mas que não parece ter mais do que quatro. Até julho de 2019, a baixa estatura da criança e as dificuldades no desenvolvimento ainda não tinham resposta. Um exame genético avançado diagnosticou duas doenças raras e autoimunes: insensibilidade ao hormônio do crescimento e acometimento imunológico devido a alterações no gene transdutor de sinal e ativador de transcrição tipo 5B (STAT5B). 

A mãe dela, Roseclei Alves Pimentel, 43, conta que a menina parou de crescer quando tinha um ano e meio. Ela mede 1m01cm. Desde então, passou por vários médicos e fez inúmeros exames sem que a doença fosse diagnosticada. As complicações em função do problema afetaram o rim e o pulmão de Lari. Hoje, a menina tem apenas 47% da função pulmonar. Para sobreviver, ela só tem uma possibilidade: ir para São Paulo, na USP, onde há o serviço nacional de referência para esta patologia:

— A única alternativa para salvar a vida dela é o transplante de medula óssea para corrigir a deficiência de células. Caso este transplante não seja feito urgentemente, a expectativa de vida dela é em torno de 2 a 3 anos anos — desabafa a mãe. 

A menina também sente fortes dores na coluna e no quadril e faz uso contínuo de corticoide. Ela tem acompanhamento psicológico, porque o desenvolvimento cognitivo é compatível com a idade cronológica. Lari cursa o quinto ano do ensino fundamental da escola Fioravante Webber. 

Caso seja possível realizar o transplante, depois de recuperada, ela poderá tentar um tratamento para o hormônio de crescimento, e aumentar a estatura até, mais ou menos, 1m46cm.

COMO AJUDAR A LARI
Banco Bradesco (237)
Agência: 2176-8
Conta: 9312898-2 (Poupança)
Titular: Roseclei Alves Pimentel
CPF: 895.523.180-68

Ou você pode doar no link da campanha online: vakinha.com.br/vaquinha/ajude-a-lari-roseclei-alves-pimentel

Willian da Rocha Pires, de 17 anos, precisa de ajuda para seguir tratamento depois de transplante de células-tronco
Willian da Rocha Pires, de Bento GonçalvesFoto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Saiba mais sobre Willian 

Willian da Rocha Pires, 17, de Bento Gonçalves, começou a travar uma batalha pela vida desde os dois anos e nove meses. Em 2004, ele teve uma crise de laringite e bronquite, e ficou internado na UTI. Depois de ser entubado, Willian perdeu a oxigenação e sofreu várias paradas respiratórias. Ele ficou por um mês em coma induzido e os problemas resultaram em paralisia cerebral.  O adolescente já passou por vários tratamentos em busca de melhor qualidade de vida.  Hoje, ele está em uma cadeira de rodas e tem dificuldade de enxergar, de falar e de se mover.

Depois de 14 anos de luta, a família encontrou um tratamento com células-tronco no Hospital Beike Acceptance Leller, na Tailândia. Ele foi aceito na instituição e para pagar o tratamento, familiares e amigos contaram com a solidariedade da comunidade. Eles conseguiram arrecadar R$ 160 mil para o tratamento, medicação e arcar com os gastos em passagem, hotel e a permanência no país, enquanto o adolescente se recupera. 

A família já recebeu uma carta de confirmação que certifica que o adolescente tem uma visita agendada na clínica em Bangkok para se submeter ao tratamento com células-tronco. O período do tratamento é de 15 de outubro até 6 de novembro de 2019, contando já com a data de alta e baixa hospitalar.  

A mãe dele, Rejane Terezinha da Rocha, e a irmã, Bruna da Rocha, irão acompanhar o adolescente. Rejane agradece a ajuda e ressalta que a família ainda precisa da solidariedade da comunidade para o período posterior ao tratamento:

— Com o tratamento na Tailândia meu filho terá mais qualidade de vida. Ele merece isso. A luta agora é para manter os procedimentos depois do tratamento com as células tronco. Ele vai precisar de fisioterapias e só vamos saber o valor exato das sessões depois de uma avaliação, mas tem um custo em torno de R$ 120. Acreditamos que ele precisará de duas a três sessões por semana —explica a mãe. 

Para saber mais sobre o adolescente basta acessar a página Todos juntos pelo Willian.  

COMO AJUDAR O WILLIAN
Banco:  Caixa Econômica Federal
Agência: 3674
Operação: 013
Conta: 2817-2
CPF: 000.647.590-67
Titular: Rejane Terezinha da Rocha
Mais informações no telefone (54) 99636-1573 

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