Invadida por usuários de droga, casa da família Rigotto volta a ser alvo de incêndio em Caxias  - Geral - Pioneiro

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Fogo19/09/2019 | 17h46Atualizada em 19/09/2019 | 17h50

Invadida por usuários de droga, casa da família Rigotto volta a ser alvo de incêndio em Caxias 

Oficialmente sem moradores desde 2014, casa está inventariada pela prefeitura, o que impede sua demolição

Invadida por usuários de droga, casa da família Rigotto volta a ser alvo de incêndio em Caxias  Antonio Valientea/Agencia RBS
Incêndio de causas desconhecidas consumiu parte de um cômodo no segundo pavimento da residência Foto: Antonio Valientea / Agencia RBS

A casa da família do ex-governador Germano Rigotto foi novamente alvo de um incêndio na tarde desta quinta-feira (19), em Caxias do Sul. Os bombeiros foram acionados às 16h15min e utilizaram dois caminhões para o combate ao fogo, que atingiu um cômodo do segundo piso da residência,  com causas desconhecidas.

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Localizada na Avenida Júlio de Castilhos, no bairro Nossa Senhora de Lourdes, a moradia construída na década de 1950, pelo pai do político, não é mais oficialmente habitada de 2014. Atualmente, ela encontra-se inventariada pela prefeitura por ser histórica, mas é invadida por usuários de drogas diariamente. No momento da ocorrência desta quinta-feira não havia ninguém no interior da casa, porém os bombeiros relataram que havia muita sujeira e lixo no local.

Este não foi o primeiro incêndio registrado no prédio. Um deles ocorreu em janeiro de 2019. Na ocasião, Dulce Tereza De Giorgio Rigotto, uma das proprietárias, relatou que a situação tornou-se um pesadelo desde que moradores de rua começaram a fazer uso da casa em 2016.

 CAXIAS DO SUL, RS, BRASIL (19/09/2019)Casa pega foto na Avenida Júlio de Castilhos. (Antonio Valiente/Agência RBS)
Casa não é mais oficialmente habitada desde 2014, sendo invadida por usuários de droga desde 2016Foto: Antonio Valientea / Agencia RBS

Dulce relatou que não consegue profissionais para limpar ou fazer a segurança da casa por questões de segurança. A família chegou a buscar autorização do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural (Compahc) para demolir a moradia, tendo o pedido negado.

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