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Despedida10/08/2019 | 12h46Atualizada em 11/08/2019 | 09h27

Estudante caxiense encontrado morto na China será sepultado em Canoas

Corpo de Leonardo Cláudio da Rosa, 23 anos, chegou a Porto Alegre, neste sábado (10)

Estudante caxiense encontrado morto na China será sepultado em Canoas Gustavo Diehl / UFRGS/UFRGS
Corpo de Leonardo Cláudio da Rosa, 23 anos, chegou a Porto Alegre, neste sábado (10) Foto: Gustavo Diehl / UFRGS / UFRGS

O estudante caxiense Leonardo Cláudio da Rosa, 23 anos, encontrado morto há quase um mês, na China, será sepultado no Cemitério Parque São Vicente, no bairro Estância Velha, em Canoas. O corpo do jovem chegou em Porto Alegre, por volta da meia noite, deste sábado (10).  Ele foi encaminhado ao Departamento Médico-Legal, para realização de necropsia para constatar a causa da morte. 

O sepultamento ocorre às 14h deste domingo no Cemitério São Vicente. O translado da China ao Brasil demorou devido aos custos do processo. A família criou uma vaquinha online e arrecadou mais de R$ 46 mil reais para trazer o jovem para o Brasil. 

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Leonardo foi encontrado morto na cidade de Chongqing no dia 13 de julho. A confirmação da morte ocorreu no dia seguinte, por meio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde ele cursava Letras. Já no dia 15 de julho, o Itamaraty confirmou que o estudante havia morrido. Quando morreu, o estudante estava visitando o município, que fica no sudoeste do país, durante as férias da faculdade. A partir do relato do desaparecimento dele, a família procurou o Ministério de Relações Exteriores brasileiro em busca de informações. 

Leonardo estava desde o segundo semestre de 2018 em Pequim, no norte da China. Com fluência em inglês, espanhol, francês e mandarim, ele foi contemplado com uma bolsa de estudo na Communication University of China, por meio de parceria entre a universidade gaúcha e o Instituto Confúcio, vinculado ao Ministério da Educação chinês. 

A versão de que o jovem caiu de um prédio, repassada à família pelas autoridades chinesas é contestada pelos familiares. A polícia do país asiático não informa detalhes sobre a morte, como endereço do prédio, de qual altura ele teria caído e quem seria o dono do apartamento.

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