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Seção do leitor20/08/2019 | 10h47Atualizada em 20/08/2019 | 10h47

Codeca responde à leitora sobre demissões de servidores públicos

Leia também outras opiniões publicadas na edição desta terça-feira

Codeca responde à leitora sobre demissões de servidores públicos Luan Zuchi/
Foto: Luan Zuchi

RESPOSTA DA CODECA
Em resposta à carta da leitora Rosane da Souza, publicada na edição do dia 16 de agosto, a Codeca esclarece que, após apuração dos fatos, ficou comprovado não se tratar de um ato de gentileza ou de solidariedade com uma senhora. A realização de serviço em terreno particular se caracteriza como improbidade administrativa, tipificada em legislação federal, que determina, inclusive, a demissão por justa causa de servidores públicos que o praticam. Ainda, a residência em questão é moradia de um dos envolvidos, os quais admitiram ter conhecimento de que estavam fazendo algo proibido e ao contrário da orientação repassada pela empresa. A Codeca, enquanto parte da Administração Pública Municipal, deve respeitar e agir conforme os princípios da legalidade e da moralidade no serviço público.
Maurício Rizzotto
Diretor-presidente da Codeca

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ESPAÇO PARA TODOS
Enquanto assistimos, em alguns humanos, o impulsivo comportamento reativo e narcisista, recebemos a oportunidade de despertar neste aprendizado coletivo impulsionados a reagir com a "luz interior da razão" buscando "crescer em amor, respeito e arte". Basta apreciar os detalhes que a natureza nos oferece, com ensinamentos de resiliência e criatividade, para o exercício do melhor convívio urbano e solidário. O aconchego encontrado pelo casal de João de Barros, justamente, no braço firme do local mais representativo das origens de nossa cidade Caxias do Sul, é uma mostra concreta da unidade que todos somos. Basta elevarmos nosso olhar e "mirar mais arriba"!
Janete Maria de Lucena
Funcionária pública

INVESTIMENTO EM TURISMO
O Brasil é o quintal dos países tecnicamente desenvolvidos. Começou quando abandonamos as ferrovias pelas fábricas de caminhões e carros. Esses países acabaram com suas florestas e agora querem ensinar ao Brasil como conservar a Amazônia. Recentemente, veio para o Brasil a onda dos patinetes, mas eles, a França, a Alemanha e outros, já estão dando um basta devido à michorna que isso se tornou... Agora o Brasil quer investir no turismo. Ótimo, pois Veneza, França, Espanha e até Portugal estão por conta com os turistas. Eles chegam como bando de gafanhotos, levando tudo por diante. Voltando para a terrinha, ir a Gramado ou Bento Gonçalves, por exemplo, em um feriado ou fim de semana se tornou um carma. Não tem estacionamento, há filas em todos os lugares, sem falar nos preços e o mal atendimento. Será que Caxias do Sul já vem pensando nessa encrenca do desassossego da população, visto que o investimento em turismo por aqui é zero?
Jorge Gomes
Técnico em Polímeros, Lourdes 

PODER MODERADOR
O sistema de Justiça (notadamente o Judiciário e o Ministério Público) ganhou enormes atribuições com a Constituição Federal de 1988, tornando-se uma espécie de "Poder Moderador" da Nova República. A classe política, por sua vez — severamente abalada nos cinco anos de Operação Lava-Jato — decidiu reagir com maior vigor à atuação de juízes e procuradores através da lei de abuso de autoridade, iniciada no Senado e aprovada recentemente na Câmara dos Deputados. Agora, resta saber se o presidente da República irá sancionar ou vetar trechos do PL 7596/2017. Se concordar, poderá deixar de lado suas promessas de campanha quanto ao apoio irrestrito às investigações contra políticos suspeitos de envolvimento com casos de obtenção de vantagem indevida; se optar pelos vetos, é possível que entre em rota de colisão com o Congresso Nacional, local onde ainda seguem as discussões sobre a Reforma da Previdência e que também será responsável pela apreciação da (urgente) Reforma Tributária. Em qualquer dos casos, ficará difícil agradar a gregos e troianos!
Thieser Farias
Estudante, Santa Maria

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