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Justiça12/06/2019 | 18h37

"Estamos trabalhando para vencer", diz prefeito de Caxias sobre caso Magnabosco

Daniel Guerra (PRB) se mostrou otimista em relação ao resultado do julgamento

"Estamos trabalhando para vencer", diz prefeito de Caxias sobre caso Magnabosco Felipe Nyland/Agencia RBS
Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

Ao sair da sessão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em que seria julgado um dos processos judiciais mais conhecidos e antigos de Caxias do Sul, o caso Magnabosco, o prefeito Daniel Guerra (PRB) disse à sucursal de Brasília da RBS TV que gostaria de retornar a cidade da Serra gaúcha com a solução definitiva para o caso, o que acabou não acontecendo.

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O ministro Antonio Herman de Vasconcellos e Benjamin pediu prorrogação de prazo para analisar o processo. Com isso, o julgamento foi adiado mais uma vez. Trata-se da ação rescisória movida pelo município para deixar de ser réu no processo que envolve a doação de uma área de 57 mil metros quadrados pela família Magnabosco para construção da Universidade de Caxias do Sul (UCS). A obra não foi realizada e o terreno acabou sendo ocupado por centenas de moradores que formaram o bairro Primeiro de Maio, na área central da cidade.

A primeira parte do julgamento ocorreu em 27 de março, mas foi interrompida pelo pedido de vista de Benjamin que compõe a Primeira Seção do STJ, órgão julgador do processo.  A sequência só deve ocorrer a partir de agosto, após recesso do STJ.

Mesmo diante do adiamento, o prefeito se mostrou otimista quanto ao resultado final:

– Estamos trabalhando para vencer e vamos vencer. Mas, numa eventualidade, seria uma das maiores injustiças nesse país. Uma decisão à favor da família inviabilizaria por décadas o município de Caxias do Sul, comprometendo de imediato a questão dos serviços essenciais, a folha dos servidores. Seria um verdadeiro desastre.

O advogado que representa a família, Rodrigo Balen, também afirmou ter boas expectativas em relação ao resultado julgamento.

 
 
 

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