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Saúde30/05/2019 | 10h05Atualizada em 30/05/2019 | 10h11

Farroupilha pode voltar a ser referência em traumatologia na Serra

Secretária Estadual da Saúde deve oficializar novidade nesta quinta

Farroupilha pode voltar a ser referência em traumatologia na Serra Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Hospital São Carlos já foi referência na especialidade, mas teve serviço suspenso em 2015 por falta de repasses Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

A Secretaria de Saúde do Estado deve assinar na manhã desta quinta-feira (30) um documento que pode tornar Farroupilha, novamente, referência regional em Traumatologia de Alta Complexidade. O anúncio foi feito pela Secretária Arita Bergmann em entrevista à Rádio Gaúcha no início da manhã. A assinatura deverá ser feita em reunião com prefeitos da Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste (Amesne) que se inicia às 10h, na prefeitura de Bento Gonçalves.

No início do mês, a Secretaria do Estado já cogitava a separação de cirurgias para moradores de 34 cidades, entre Farroupilha e Passo Fundo. A medida poderia ser a solução para um problema que afeta quem precisa de atendimento de alta complexidade em traumatologia e ortopedia na Serra. 

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O Hospital São Carlos chegou a ter proposta aprovada na Comissão Intergestores Bipartite- SETEC CIB/RS, que havia sido encaminhada ao Ministério da Saúde. De acordo com o projeto, o hospital ficaria responsável pela Traumatologia de Alta Complexidade da 26ª Região de Saúde Uva e Vale, que abrange 12 municípios com população de 169.633, além de parte da 25ª Região Vinhedos e Basalto, totalizando 20 municípios.

Caso o São Carlos seja definido como referência, Farroupilha passará a ser o município sede, com abrangência para 382.516mil habitantes no atendimento de urgência e emergência, além de cirurgias eletivas. 

Os municípios que compõem as microrregiões de saúde Vinhedos e Basalto e Uva e Vales estão há anos sem referência para procedimentos de alta complexidade em traumatologia e ortopedia. Em Farroupilha, o atendimento regional da especialidade foi suspenso em 2015 devido à falta de repasses para manutenção dos serviços. 

Conforme a Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste (Amesne), são aproximadamente 3 mil pacientes na fila de espera.

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