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Acidente08/02/2019 | 18h39

Para família, não há dúvida de que vítimas de acidente na Rota do Sol são primas de São Paulo

Parentes tentam a liberação dos corpos para traslado, velório e sepultamento

Para família, não há dúvida de que vítimas de acidente na Rota do Sol são primas de São Paulo Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Apesar de os órgãos oficiais de segurança não confirmarem, os familiares das vítimas do acidente de trânsito ocorrido no final da tarde da última quinta-feira na Rota do Sol, em Caxias do Sul, não têm dúvidas de que se tratam das primas Eloiza Araújo e Renatta São Pedro.

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Ambas são moradoras de Rinópolis, São Paulo, cidade que consta na placa do carro, um Astra, que, segundo os parentes, era ocupado por elas e que se incendiou após colidir com um caminhão, na altura do 155 da RSC-453, no trevo de acesso aos distrito de Fazenda Souza. Eloiza era secretária no Sindicato Rural de Rinópolis e Renatta dona de uma empresa de cosméticos, bijuterias e roupas femininas.

Desde a noite de quinta, o filho de Eloiza, Lucas Araújo, e um amigo dele tentam liberar os corpos que estão no Posto Médico-Legal (PML) de Caxias para fazer o traslado até Rinópolis e, lá, o velório e o sepultamento. Porém, de acordo com a Polícia Civil de Caxias e o Instituto-Geral de Perícias (IGP) em Porto Alegre a liberação só será possível depois que um exame de DNA confirme a identificação.

O Pioneiro conversou com Marcos Elias Monteiro, 34 anos, genro de Eloiza, que está em São Paulo aguardando a chegada dos parentes. Segundo ele, Lucas já coletou material genético para o exame. A amostra será analisada pelo Setor de Genética Forense, no Departamento de Perícias Laboratoriais do Instituto-Geral de Perícias (IGP), em Porto Alegre.

– Está muito complicado. Está faltando um pouco de atenção com a gente. Fica essa burocracia de que só vão liberar os corpos em 40 dias. Isso é inadmissível – lamenta Monteiro.

Conforme Monteiro, Eloiza e Renatta teriam vindo para Caxias acompanhando Lucas, que se formou cirurgião dentista, em janeiro deste ano, e estava mudando para a cidade serrana para trabalhar. Ainda conforme o familiar, elas teriam saído com o carro, ido até Fazenda Souza para buscar uma máquina de lavar e estariam retornando do distrito quando aconteceu o acidente.

 
 
 

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