Saiba como denunciar, em Caxias do Sul, os abusos cometidos pelo médium João Teixeira - Geral - Pioneiro

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Polêmica11/12/2018 | 11h35Atualizada em 11/12/2018 | 11h49

Saiba como denunciar, em Caxias do Sul, os abusos cometidos pelo médium João Teixeira

É possível formalizar denúncia por telefone, email ou pessoalmente

Saiba como denunciar, em Caxias do Sul, os abusos cometidos pelo médium João Teixeira Miro de Souza/Agencia RBS
Foto: Miro de Souza / Agencia RBS
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 Vítimas que querem denunciar crimes sexuais cometidos pelo médium João Teixeira, conhecido como João de Deus, têm acesso a diversos canais para formalizar os relatos. Segundo o Ministério Público (MP) de Goiás, somente na segunda-feira, 40 denúncias foram apuradas. O MP gaúcho diz que houve uma denúncia até o fim da segunda-feira. Diversos pedidos de informações de vítimas são recebidos, mas ainda não foram contabilizados. 

É possível denunciar por e-mail, telefone ou pessoalmente, afirma a titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Caxias do Sul, Carla Zanetti. Segundo a delegada, a vítima pode procurar a delegacia de polícia mais próxima e relatar o ocorrido, registrando boletim de ocorrência. O caso será encaminhado para a delegacia responsável. Também é possível ligar para a Central de Atendimento à Mulher pelo 180, ou buscar informações pelo telefone da delegacia (54) 3220.9280.

— O prazo de prescrição de crimes que envolvam abuso sexual é maior, então é possível denunciar casos mais antigos — lembra a delegada.

O MP também divulgou seus canais para denúncias. Em entrevista à GaúchaZH, o coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal e da Segurança Pública do MP-RS, promotor Luciano Vaccaro, lembrou que as denúncias podem ser encaminhadas por meio do site do Ministério Público ou pelo e-mail siac@mprs.mp.br.

— Em denúncia, há todo um formulário a ser preenchido ou também pelo e-mail. É importante dizer que coletaremos aqui no Estado do Rio Grande do Sul essas informações, eventuais depoimentos e vamos remeter tudo para o Ministério Público de Goiás, onde as investigações, juntamente com a Polícia Civil, estão sendo encaminhadas.

O promotor destacou que existem meios para preservar a identidade da vítima.


 
 
 

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