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Opinião07/12/2018 | 20h18Atualizada em 08/12/2018 | 16h20

Comunidade: faixas de segurança malconservadas em Caxias do Sul

Coluna contou 28 pontos deteriorados do trecho da Perimetral Norte entre as ruas Ludovico Cavinato e Atílio Andreazza. 

Comunidade: faixas de segurança malconservadas em Caxias do Sul Felipe Nyland/Agencia RBS
Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

Na quarta-feira pela manhã, a coluna contou faixas de segurança malconservadas, deterioradas, com a pintura que se apaga, em 28 pontos do trecho da Perimetral Norte entre as ruas Ludovico Cavinato e Atílio Andreazza. Inclusive a faixa de segurança que surgiu no local onde duas crianças perderam a vida atropeladas anos atrás. É um atestado do quanto distante está o tratamento respeitoso, preventivo e seguro ao pedestre em Caxias do Sul.

Poucas horas depois da contagem, uma mulher de 56 anos morreu atropelada na Perimetral Norte. No local onde foi atingida, não havia faixa de segurança por perto. Se houvesse, do jeito que estão as faixas, ela não seria respeitada. A Perimetral é uma via de trânsito rápido, e as velocidades vão facilmente além dos 60 Km/h estabelecidos.

A Família Pedrosa, a Família Pedestre, lamenta mais esta tragédia no trânsito caxiense. Uma vida que se perde desta forma é uma tragédia. A administração municipal precisa dar o sinal, com medidas ostensivas e visíveis, de que o pedestre é respeitado em Caxias do Sul e oferecer segurança a eles. Começa por pintar e conservar bem as faixas de segurança, dar visibilidade a elas e fazer com que sejam respeitadas.

Do jeito que estão as faixas na Perimetral Norte, é transmitido o recado: na prática, elas não valem. Mas precisam valer.

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