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Conta de luz05/12/2018 | 09h23Atualizada em 05/12/2018 | 09h23

Aprovado agrupamento da RGE Sul e RGE

Fusão passa a valer a partir de 1º de janeiro

Aprovado agrupamento da RGE Sul e RGE Daniela Xu/Agencia RBS
Centro de Operações e estrutura administrativa vão para a Região Metropolitana Foto: Daniela Xu / Agencia RBS

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o agrupamento das áreas de concessão das empresas RGE Sul, com atuação na Região Metropolitana de Porto Alegre e na Fronteira Oeste, e Rio Grande Energia (RGE), presente no Norte e na Serra gaúcha. As concessionárias, pertencentes ao grupo CPFL Energia S.A., vão ser uma empresa só a partir de 1º de janeiro do ano que vem.

Pela proposta da controladora, aprovada pela Aneel, a RGE Sul absorve a RGE e a sede administrativa fica em São Leopoldo. O assunto ficou sendo debatido na agência nacional, de 30 de agosto até 15 de outubro, e a aprovação da fusão foi divulgada nesta terça (5).

Segundo a Aneel, a decisão gera benefícios para a concessionária, como a redução de custos fixos comerciais, contábeis, técnicos, regulatórios e de logística. Permite também a compra integrada de energia e economia com deslocamento de equipes em áreas que hoje são fronteiras entre concessões.

O Conselho do Consumidor da RGE já havia afirmado em outra oportunidade que o Centro de Operações das duas distribuidoras e parte da estrutura administrativa já está funcionando na região metropolitana de Porto Alegre.

O impacto para Caxias vem sendo calculado na arrecadação de impostos. A prefeitura tem duas fontes de receitas com a RGE. Uma delas é da geração de energia, onde o retorno do ICMS fica apenas no município em que a empresa está instalada. É esse recurso que Caxias do Sul vai perder. No ano passado, o município recebeu R$ 3,8 milhões. O valor varia de acordo com a geração.

Quando questionada sobre o agrupamento e impactos, como os empregos da área administrativa de Caxias do Sul, a RGE afirmava que as distribuidoras só iriam se manifestar sobre a questão após a decisão oficial da agência. Após a Aneel comunicar a decisão, não houve manifestação do grupo CPFL. GaúchaZH aguarda retorno para questionamentos, como o impacto no preço da tarifa para os consumidores de diversas classes e, até as 9h15min, não havia obtido nenhuma resposta.

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