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Tradicionalismo19/11/2018 | 15h08Atualizada em 19/11/2018 | 15h16

Vídeo: Confira as apresentações do CTG Heróis Farroupilhas de Caxias do Sul no Enart

Entidade ficou em quarto lugar no Estado nas Danças Tradicionais Força A

Vídeo: Confira as apresentações do CTG Heróis Farroupilhas de Caxias do Sul no Enart Eco da Tradição/Divulgação
A apresentação do Heróis Farroupilhas falou sobre a perpetuação da figura do gaúcho Foto: Eco da Tradição / Divulgação

O quarto lugar no Encontro de Artes e Tradição Gaúcha (Enart) foi a coroação do trabalho desenvolvido em um ano difícil para o Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Heróis Farroupilhas, de Caxias do Sul. Uma verdadeira superação.

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Depois de uma 10ª colocação, no ano passado, o primeiro desafio do grupo foi reunir novos integrantes em 2018. Eles conseguiram dobrar a quantidade de pares, passaram de seis para 12.

– Iniciamos um ano bem difícil, com número pequeno de pessoas, e ao decorrer do ano, fomos trabalhando e conseguimos finalizar o ano com número máximo de integrantes, 24. Tudo foi uma grande superação. Do próprio grupo ter confiado que iria dar certo e de termos conseguido chegar lá. Foi um ano de heróis – ponderou a instrutora e coordenadora do grupo de danças, Marina Martins.

Sem recursos ou incentivos externos, também foi preciso driblar as dificuldades financeiras. Para alcançar o montante necessário para garantir a participação no evento deste ano, foram feitas rifas e almoços, entre outras atividades. No total, segundo Marina, foram investidos cerca de R$ 100 mil, entre vestimentas, deslocamentos, alimentação e contratação de profissionais como coreógrafos e músicos que fizeram a composição da canção tema do grupo: imortais.

– Queríamos muito falar desse sentimento de ser gaúcho. Hoje, a maioria dos formadores da nossa tradição não estão mais aqui (morreram). Mas o legado e o sentimento que eles deixaram para essa continuação é imortal, é o gaúcho que nunca morre. Seguimos fazendo tudo aquilo que eles nos deixaram. Era esse o sentimento que queríamos passar –explicou Marina.

O resultado da dedicação foi conhecido e premiado no último domingo, na finalíssima das Danças Tradicionais Força A do Enart.

– Quando se pisa no palco e se faz a apresentação, tudo some, as dificuldades passadas durante o ano e as adversidades. São os 20 minutos da vida gente, que na verdade é um sonho – resumiu a coordenadora.

Confira as apresentações do grupo:


 
 
 

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