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Hemodinâmica10/08/2018 | 19h02Atualizada em 10/08/2018 | 19h02

Setor de atendimento a doenças cardíacas é reformado no HG, de Caxias 

Angiógrafo com tecnologia de ponta e mais leitos para recuperação de pacientes estão entre as novidades

Setor de atendimento a doenças cardíacas é reformado no HG, de Caxias  Flavia Noal/Agência RBS
Há anos, HG tentava obter novo angiógrafo, aparelho de Raio X que permite obter imagens do sistema vascular Foto: Flavia Noal / Agência RBS

Destinado para atendimentos a pacientes com doenças cardíacas, o Setor de Hemodinâmica do Hospital Geral (HG) de Caxias do Sul teve reformas apresentadas à comunidade nesta sexta-feira. Um dos destaques é o novo angiógrafo, aparelho de Raio X que permite obter imagens do sistema vascular. O antigo foi desativado no final do ano passado e os atendimentos foram retomados na segunda-feira (6). 

Conforme o diretor do Hospital Geral, Sandro Junqueira, a instituição tentava obter um novo equipamento desde 2012. Segundo ele, era comum que o angiógrafo ficasse inutilizado por causa da necessidade recorrente de reparos. Em 2017, o Ministério da Saúde fez o investimento de cerca de R$ 2 milhões, permitindo a retomada do serviço de forma mais eficaz. De acordo com Junqueira, o novo aparelho tem a mais moderna tecnologia disponível no mercado e capacidade para operar 24 horas por dia em caso de necessidade. 

O HG também quer comprar um novo angiógrafo. Os recursos foram captados junto a empresas, por meio de um programa de incentivo fiscal federal. Ainda não existe um prazo para que este equipamento entre em funcionamento, porque a licitação ainda tem de ser lançada. 

As reformas no Setor de Hemodinâmica custaram R$ 560 mil. Os recursos sobraram após a construção da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON). No espaço, é possível fazer consultas, exames, cateterismos e angioplastias, entre outros procedimentos. 

Outra novidade são os 10 leitos disponíveis para pacientes em recuperação após as intervenções médias. Antes, eram três. Com a ampliação, gestores da área da saúde dizem que fila de espera pode reduzir, já que não será necessário esperar liberação de vagas em outros setores do hospital.

— Vai aliviar muito a demanda reprimida — diz a delegada da 5ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), Solange Sonda, sem especificar quantas pessoas estão na lista de espera por procedimentos que poderiam ser atendidos no HG.

O Hospital Geral é referência para os 49 municípios que compõem a 5ª CRS. 

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