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Conscientização22/06/2018 | 09h12Atualizada em 22/06/2018 | 12h29

Projeto que leva representantes de órgãos de segurança a escolas tem início em Caxias

Instituição do bairro Planalto foi a contemplada com primeira ação

Projeto que leva representantes de órgãos de segurança a escolas tem início em Caxias Lucas Amorelli/Agencia RBS
Foto: Lucas Amorelli / Agencia RBS
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Na noite de quinta-feira, alunos da Escola Estadual Melvin Jones, do bairro Planalto, foram contemplados com a primeira edição do projeto Quem Vem para o Sofá?, iniciativa que busca intermediar o contato de estudantes de escolas públicas de Caxias com órgãos de segurança. Cerca de 40 alunos de 17 a 20 anos de duas turmas de Ensino Médio participaram de bate-papo com o major Luis Fernando Becker, do 12º Batalhão de Polícia Militar de Caxias (12ºBPM).

Conforme Maxwel Abreu, presidente da ONG Participatório da Juventude — idealizadora do projeto —, a intenção é desmitificar a imagem negativa que muitos jovens têm da polícia, por meio da aproximação das autoridades no ambiente escolar. Ele conta que as ações também foram motivadas pelo aumento de denúncias  de perturbação de sossego e consumo irresponsável de álcool em pontos de encontro de jovens.

— A proposta não é promover palestra, porque isso envolveria discurso pronto. Queremos é propiciar uma conversa mesmo, de maneira informal. Por isso o projeto tem esse nome — explica.

A ideia é realizar ações mensais e alternar a representação dos órgãos de segurança. Segundo Abreu, a atividade não deve se restringir a escolas.

— Já estamos articulando as próximas edições. Vão participar entidades com perfis diferentes e autoridades de vários setores.

Na avaliação do comandante do 12ºBPM, tenente-coronel Jorge Emerson Ribas, a iniciativa atinge um público de faixa etária propícia, pois é quando o jovem está em formação dos parâmetros de responsabilidade:

— Essa aproximação permite  esclarecer que nosso papel como órgão de segurança é garantir, justamente, a segurança das pessoas, antes de qualquer propósito repressor. E é importante que esse anseio dos jovens pela liberdade seja orientado — ressalta.

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