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Parceria 09/05/2018 | 15h19Atualizada em 09/05/2018 | 15h28

Definido modelo-base do projeto da futura Usina de Resíduos Sólidos de Bento Gonçalves

Licitação para construção de usina no município deve ser lançada em julho

Definido modelo-base do projeto da futura Usina de Resíduos Sólidos de Bento Gonçalves Léo Cardoso/Agencia RBS
Após a implantação da usina, resíduos orgânicos de Bento Gonçalves não serão mais levados para o aterro em Minas do Leão Foto: Léo Cardoso / Agencia RBS

A empresa que terá o projeto utilizado como modelo da Usina de Resíduos Sólidos a ser implantada em Bento Gonçalves está definida.  O projeto da empresa Planex S/A de Belo Horizonte foi selecionado na reunião do Comitê Gestor do município, nesta terça-feira (8), após análise das demandas jurídicas, técnicas e operacionais dos projetos apresentados.

Tanto a Planex S/A quanto o engenheiro químico Antônio Carlos Malmann, de Lajeado (RS), que também participava da seleção, apresentaram em seus projetos o processo de pirólise, no qual o lixo urbano é desumidificado e transformado em uma base pronta para ser utilizada em usinas de geração de energia. Conforme explica o secretário de Desenvolvimento Econômico de Bento Gonçalves, Sílvio Bertolini Pasin, a prefeitura optou pelo modelo da Planex S/A porque ele apresentou uma maior riqueza de detalhes técnicos e operacionais.

Segundo o secretário, ainda em maio será elaborado um esboço do projeto que será apresentado em uma audiência pública no mês de junho. A previsão é de que o edital para construção da usina seja lançado em julho e a empresa vencedora seja escolhida em agosto, caso não sejam solicitadas alterações ao projeto durante a fase de consulta pública.

A usina será construída em um terreno do município na Estrada da Vindima, por meio de uma parceria público-privada, com duração de 30 anos e um custo total de cerca de R$ 42 milhões. O complexo realizará o tratamento e a eliminação dos resíduos sólidos urbanos. O município doará o terreno e destinará os resíduos. Caberá à empresa construir e administrar a usina, que deverá transformar o lixo em energia. Assim, os resíduos orgânicos não serão mais levados para o aterro sanitário no município de Minas do Leão.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Bento Gonçalves, Sílvio Bertolini Pasin, a economia prevista é de cerca de R$ 4 a R$ 4,5 milhões de reais com o transporte e aterro do lixo, mas ela pode aumentar à medida que os resíduos forem utilizados pra geração de energia. A estimativa é de que a usina tenha uma capacidade de processamento de cerca de 150 toneladas de resíduos por dia.

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