Mercado e restaurante de Arroio do Sal são parcialmente interditados pelo Ministério Público - Geral - Pioneiro

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Fiscalização11/01/2018 | 10h53Atualizada em 11/01/2018 | 11h06

Mercado e restaurante de Arroio do Sal são parcialmente interditados pelo Ministério Público

Cerca de 160 kg de alimentos impróprios para consumo foram apreendidos 

Mercado e restaurante de Arroio do Sal são parcialmente interditados pelo Ministério Público Ministério Público / Divulgação/Divulgação
Foto: Ministério Público / Divulgação / Divulgação
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Destino de moradores de Caxias do Sul e região, principalmente, durante o verão, o município de Arroio do Sal, no Litoral Norte, teve um mercado e um restaurante interditados parcialmente na última quarta-feira. Nos seis locais fiscalizados, a força-tarefa localizou cerca de 160 kg de alimentos impróprios para consumo. 

Nos estabelecimentos foram encontrados alimentos com prazos de validade vencidos, embalagens abertas, insetos vivos, problemas de identificação no rótulo, comidas armazenadas de forma irregular, embutidos fora da temperatura e até carnes em contato com o chão.

De acordo com o Ministério Público, no Supermercado Gaúcho, localizado na Rua Castro Alves - nº 386, os fiscais identificaram alimentos vencidos, problemas no armazenamento, além da falta de um alvará liberado pelo Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que é o órgão responsável pela fiscalização dos estabelecimentos que produzem, industrializam e comercializam produtos de origem animal. A reportagem entrou em contato com o responsável pelo mercado e foi informada que o local estava regularizado e aberto ao público.

Já no Restaurante Miro's, que fica na Rua Paulista - nº 151, a interdição parcial foi decorrente da presença de insetos vivos na copa do estabelecimento. Conforme o responsável pelo restaurante, o local já passou por adequações e atende normalmente.

A operação do Ministério Público contou com o apoio do Grupo de Atuação especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO – Segurança Alimentar), de promotores de Justiça, de representantes Vigilância Sanitária estadual e municipal, da Secretaria Estadual da Agricultura, além da  Patrulha Ambiental (Patram) , da Delegacia do Consumidor (Decon) e do Procon.

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