Memória: a arte brilha no Pioneiro em 1997 - Geral - Pioneiro

Retrospectiva27/12/2017 | 09h03Atualizada em 27/12/2017 | 14h25

Memória: a arte brilha no Pioneiro em 1997

Há 20 anos, o jornal fez uma retrospectiva que citou os destaques de música, teatro, cinema e televisão

Memória: a arte brilha no Pioneiro em 1997 Pioneiro/Reprodução
Foto: Pioneiro / Reprodução

Caxias do Sul viu renascer em 1997 todos os sons possíveis e imagináveis. A música conquistou um espaço há muito abandonado e voltou com toda a força, apoiada pelo poder público e pela iniciativa privada. 

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Os Concertos ao Entardecer, os Concertos Unimed, a Orquestra Municipal de Sopros, a Orquestra de Concertos de Caxias, o Coro Sinfônico, o Coro Municipal e o projeto Canta Park foram alguns dos exemplos que encantaram a a comunidade em apresentações pela cidade. O cinema da época também ganhava forma. Em Gramado, os gaúchos evidenciaram que sabiam sim fazer cinema - e bem. Dos curtas de Carlos Gerbase e José Pedro Goulart, aos longas de Sérgio Silva, o vencedor do ano com o filme Anahy de Las Misiones, até a obra de Henrique Freitas Lima, com Lua de Outubro, a Serra mostrou o seu valor. 

Retrospectiva 1997
Retrospectiva citou festivais aclamados pelo públicoFoto: Pioneiro / Reprodução

Na dança, Bento Gonçalves se firmou como um dos festivais de maior expressão no país. Em Canela, o teatro tomou os palcos e as ruas – com pessoas e bonecos.

O ano também foi de perdas. A história e a antropologia perderam Darcy Ribeiro. Foi também o último ano de nomes como o intelectual Paulo Francis, e os ativistas William Burroughs e Allen Ginsberg, contestadores do american way of life, o famoso "estilo americano de ser".

Retrospectiva 1997
Foto: Pioneiro / Reprodução

Na época, o Pioneiro fez uma retrospectiva com os destaques do ano na música, na dança, no cinema e na televisão. Entre eles, os sons mais tocados do ano, os melhores filmes das telonas e as personalidades que "deram a volta por cima". Além disso, ainda foi criada uma sessão chamada Memória, que fazia homenageava celebridades falecidas desde 10 até 150 anos atrás. 

Na parte "Arte em Festa", o jornal citou os festivais artísticos mais aclamados na cidade durante o ano de 1997.

Feitos, ganhos e perdas

Retrospectiva 1997
A matéria relembrou artistas mortos antes de 1997Foto: Pioneiro / Reprodução

1997 também foi o ano dos palcos. A retrospectiva da época relembrou peças como De La Del Mar, de Miseri Coloni, A Bruxa, do grupo Kaleidoscópio, O inimigo do Povo, com Paulo Betti e Mirandolina, do grupo Gesto. 

Foi o ano de grande perda para a música brasileira, com a morte de Chico Science,  e para o cinema, com a de James Stewart, o queridinho de filmes como A felicidade não se compra

Por fim, o Pioneiro lembrou nascimentos em 1997 de filhos de personalidades como Fátima Bernardes, Cláudia Raia, Malu Mader, Isabora Ribeiro e Xuxa.

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