Memória: Reservistas da classe de 1943 - Geral - Pioneiro

Encontro22/11/2017 | 15h01Atualizada em 22/11/2017 | 15h01

Memória: Reservistas da classe de 1943

De a 1943 a 1971, o 1º Batalhão Ferroviário estabeleceu-se em Bento Gonçalves

Memória: Reservistas da classe de 1943 Acervo pessoal de Dolmires Visentin Lunardi/divulgação
Foto: Acervo pessoal de Dolmires Visentin Lunardi / divulgação

Os reservistas do 1º Batalhão Ferroviário de Bento Gonçalves realizam o encontro já tradicional da classe no próximo dia 1º, em Bento Gonçalves, a partir das 18h. Incorporados em 1962 ao batalhão, o grupo participou de forma ativa na construção de ferrovias importantes como a Tronco Principal Sul (TPS), que realiza a ligação entre São Paulo e Porto Alegre. Inaugurada em 24 de março de 1969, a cerimônia contou com a presença do então presidente da República Arthur da Costa e Silva e do governador Walter Perachi de Barcellos. 

Reservistas da classe de 1943
Foto: Acervo pessoal Mel Gonçalves / Divulgação

De a 1943 a 1971, o 1º Batalhão Ferroviário estabeleceu-se em Bento Gonçalves. Depois, foi substituído pelo 3° Batalhão de Comunicações do Exército, que, em 1976, passou a chamar-se 6 º Batalhão de Comunicações.  Os 55 anos da incorporação comemorados na primeira sexta-feira de dezembro, como já é de praxe, os membros realizam também a interação dos militares em serviço com os ex-reservistas. Em um ritual de lembranças e trocas de experiências, os integrantes relembram histórias vividas durante a construção da Ferrovia do Trigo, nome adquirido nos tempos de sua construção na década de 1970.

Na foto acima, a classe de 1943 durante a cerimônia de Juramento à Bandeira Nacional em junho de 1962, em frente à prefeitura de Bento Gonçalves. Abaixo, em fila, estão os cabos Visentin, Rampazzo, Perizzolo, Salvaro, Mioranza e Freitas.

A ferrovia

 Ferrovia tronco principal sul. ponte sobre o Rio das Antas construída pelo 1º Batalhão Ferroviário de Bento Gonçalves.
Foto: Não se aplica / Arquivo Pessoal

A construção da ferrovia foi de grande importância na época. Seu itinerário foi fundamental para o progresso e o crescimento não só da região, mas do país, facilitando a circulação e o escoamento da produção industrial, agrícola e comercial. A ferrovia atravessa uma das regiões de topografia mais acidentada do Estado, o Vale do Rio das Antas, que inclui cidades arredores como Bento Gonçalves, Veranópolis e Roca Sales. Na foto, o registro da construção.

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