Uma semana após incêndio, trabalhadores da Marcopolo, em Caxias produzem em fábricas de outras empresas  - Geral - Pioneiro

Economia11/09/2017 | 13h59Atualizada em 11/09/2017 | 14h16

Uma semana após incêndio, trabalhadores da Marcopolo, em Caxias produzem em fábricas de outras empresas 

Moldes e peças plásticas que eram fabricados no pavilhão que pegou fogo estão sendo feitos com parte da mão de obra da fabricante de ônibus em indústrias parceiras 

Uma semana após incêndio, trabalhadores da Marcopolo, em Caxias produzem em fábricas de outras empresas  Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

A Marcopolo entra na segunda semana de paralisação da produção nas unidades do bairro Ana Rech e Planalto, em Caxias do Sul, com trabalhadores atuando em outras empresas por conta do incêndio no pavilhão de plásticos. Desde a semana passada, a companhia negocia com sindicatos para que trabalhadores atuem em indústrias parceiras. As informações são da Gaúcha Serra.

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De acordo com o diretor de Recursos Humanos da fabricante de ônibus, mesmo que o percentual de funcionários "emprestados" seja pequeno se comparado ao total de 4,5 mil colaboradores que estão suspensos do trabalho até o dia 18, já há outros operários que retomaram as atividades.

— São menos de cem pessoas alocadas em outras unidades de empresas parceiras — afirmou Thiago Deiro.

De acordo com executivo da Marcopolo, são trabalhadores do setor de plásticos. Conforme Adão Rodrigues, presidente do  Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Plásticas de Caxias do Sul, foi acordado com a companhia que os funcionários podem atuar em dois pavilhões emprestados por outras empresas da cidade.

O número de funcionários da fabricante de ônibus em fábricas de outras empresas pode aumentar se o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos acordar. Na manhã desta segunda-feira, reunião com representantes da companhia no sindicato começou por volta das 9h e se estende ao longo da manhã.

Entre as empresas parceiras estão a Agrale, Acrilys e Plasmosul. De acordo com o sócio-proprietário da Plasmosul, Orlando Marin, a previsão é entregar até quarta-feira cerca de 30 modelagens.

 

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