Entidades empresariais e dos trabalhadores de Caxias lamentaram incêndio na Marcopolo - Geral - Pioneiro

Solidariedade04/09/2017 | 08h09Atualizada em 04/09/2017 | 08h09

Entidades empresariais e dos trabalhadores de Caxias lamentaram incêndio na Marcopolo

Representantes afirmam que acidente traz preocupação num momento de recuperação econômica

Entidades empresariais e dos trabalhadores de Caxias lamentaram incêndio na Marcopolo Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS
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Entidades empresariais e dos trabalhadores prestaram solidariedade e lamentaram o incêndio que atingiu a Marcopolo, em Caxias do Sul, na tarde de domingo. O presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul, Nelson Sbabo, disse que o ocorrido traz uma preocupação muito grande, especialmente pelo momento de recuperação econômica e do atendimento de pedidos.

— Fico muito preocupado —  disse o dirigente empresarial.

Sbabo estava fora de Caxias quando o fogo consumiu a unidade de plásticos da empresa e, até as 19h30min, ainda não tinha muitas informações sobre o alcance do incêndio. O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simecs) de Caxias do Sul, Reomar Slaviero, lastima que a empresa tenha incendiado em um momento de dificuldade no setor:

— Nossa preocupação é que a empresa continue (funcionando) e possa manter os empregos.

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O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) expressou solidariedade com trabalhadores, corpo diretivo, acionistas e demais colaboradores ligados à empresa Marcopolo:

— A Marcopolo é uma multinacional com raízes locais. Mais do que responder por grande parte da força econômica da região, exerce um vínculo pessoal com muitas das indústrias que se originaram a partir dela. A Marcopolo não faz só ônibus. Ela faz outras empresas, graças às pessoas que começam ali e depois se tornam empreendedores e geradores de empregos e renda, por aqui e pelo mundo — afirma o presidente do Simplás, Jaime Lorandi.

Até o final da tarde de ontem, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Claudecid Monsani, que trabalha há 26 anos no setor de montagem da Marcopolo, não havia visitado o local do incêndio. Ele também lamentou o ocorrido.

— Não sabemos o tamanho dos danos e se vai parar ou atrasar as linhas (de produção). O mais importante é que, pelo que se sabe, ninguém ficou ferido. Diretores do sindicato estiveram no local não receberam qualquer resposta da empresa.

Também funcionário da Marcopolo, o ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos e deputado federal pelo PCdoB, Assis Melo, também lamentou:

— Nesse momento em que procuramos vagas de emprego para nossos trabalhadores um incêndio desses é trágico.

 

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