Quando a prefeitura não ocupa imóveis em Caxias, degradação e vandalismo são comuns - Geral - Pioneiro

Patrimônio do povo21/07/2017 | 09h04Atualizada em 21/07/2017 | 13h35

Quando a prefeitura não ocupa imóveis em Caxias, degradação e vandalismo são comuns

O uso de áreas públicas por terceiros pode ser vantajosa

Quando a prefeitura não ocupa imóveis em Caxias, degradação e vandalismo são comuns Jonas Ramos/Agencia RBS
Antigo INSS: como patrimônio não era usado, acabou virando reduto para usuários de drogas Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

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Mesmo ilegal ou com a finalidade desvirtuada, nem sempre a ocupação de áreas públicas da prefeitura de Caxias do Sul é danosa aos interesses públicos. Em alguns casos, pode até ser benéfica quando se leva em conta a inoperância e a burocracia da máquina municipal para utilizar bens públicos. Basta lembrar de um prédio cedido irregularmente para um antigo mercado no bairro Aeroporto no início dos 1990, que acabou sendo devolvido em 2011. Em pouco tempo, por descaso da prefeitura, o local foi depredado e virou reduto de usuários de drogas. As melhorias só vieram em 2014, mas a partir da cedência do prédio para uma entidade filantrópica.

Prédio onde funcionava um mercado no bairro Aeroporto foi devolvido à prefeitura e foi depredado. A recuperação só ocorreu com a ocupação por parte de uma entidade em 2014 Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

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Outro exemplo é o prédio do antigo INSS, no final da Rua Pinheiro Machado, em São Pelegrino. Até 2011, diversos serviços de saúde funcionavam no local. Com o fechamento, o antigo INSS virou área de lazer para usuários de drogas. O resultado foi a depredação, o que exigirá gasto de dinheiro público para a reforma do local. A promessa de Daniel Guerra é levar serviços do município ao local.

O complexo da antiga Maesa, também ocupado parcialmente por uma metalúrgica, talvez seja a situação mais clara da difícil administração do patrimônio: o Estado repassou o prédio histórico em 2014. Até hoje, a prefeitura não decidiu o que fazer, sendo que já foram criadas duas comissões para avaliar o uso. Não houvesse a empresa, possivelmente parte do complexo já estaria avariado.

 
 

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