Memória: José Faggion na 2ª Guerra Mundial - Geral - Pioneiro

Histórico19/06/2017 | 10h00Atualizada em 19/06/2017 | 10h00

Memória: José Faggion na 2ª Guerra Mundial

O soldado testemunhou a fase final da Guerra

Memória: José Faggion na 2ª Guerra Mundial Reprodução/Divulgação
Foto: Reprodução / Divulgação

A 2ª Guerra Mundial revelou o caráter patriótico do jovem José Faggion. Enquanto muitos brasileiros acompanhavam apreensivos o conflito na Europa, o governo Getúlio Vargas se comprometia com os aliados, uma vez que navios brasileiros foram afundados por submarinos do Eixo, formado pela Alemanha e Itália.

O ingresso do Brasil na 2ª Guerra colocou o 9º Batalhão de Caçadores, guarnição que antecedeu o 3º GAAAe, na história. Conforme o livro O Quartel, de Alvino Brugalli, um contingente de 103 soldados integraram a Força Expedicionária Brasileira.

José Faggion nascido em Pinto Bandeira, interior de Bento Gonçalves, percebeu uma oportunidade para deixar da lida rural e viver intensamente novas experiências. A história deste soldado, que não fugiu da convocação, hoje é relatada com orgulho pelo filho Kau Faggion, 68 anos. Na bagagem de retorno ao Brasil, vieram fotografias que  retrataram os momentos inesquecíveis de uma realidade que marcou a história contemporânea. Na imagem de um grupo de combatentes, Faggion está posicionado à esquerda da imagem.

 História no Livro

Foto: Reprodução / Divulgação

O pesquisador Alvino Brugalli produziu um livro sobre a história do 3º GAAAe em 2002. Entre os capítulos da narrativa histórica, consta a colaboração do 9º Batalhão de Caçadores, bem como o nome de todos os soldados que integraram a FEB. Na foto, percebe-se José Faggion sentado no caminhão da esquerda.   Kau Faggio recorda que, a partir de 1970, os colegas desta incursão se reencontravam no restaurante Gato Preto, de propriedade da família Faggion.

Homenagem aos ex-combatentes

Foto: Reprodução / Divulgação

A reverência aos atos de bravura dos praçinhas brasileiros recebeu renovadas homenagens em janeiro de 1997. No Largo Padre Giordani, foi inaugurado um monumento, cuja lápide recebeu a grafia dos ex-combatentes na Itália.  Kau Faggion conviveu com esta turma de soldados,  amigos de seu pai. Uma forte amizade se consolidou na Itália e perdurou no retorno ao Brasil. Na foto, o retrato do corajoso José Faggion (04/11/1923-14/11/1974).

Museu dos Pracinhas

Foto: Reprodução / Divulgação

Caxias do Sul possui referências para compreender fatos  a 2ª Guerra Mundial. O Museu dos Ex-combatentes da FEB conserva imagens, peças e documentos. O próprio Kau Faggion recorda que este museu teve inspiração no restaurante de seu pai. O soldado Faggion fez uma viagem de navio, que durou 29 dias até a Europa e testemunhou a fase final da Guerra, que culminou com a tomada do Monte Castelo, em fevereiro de 1945, onde foram detidas as forças nazistas. Na foto, Faggion (C) está junto  ao caminhão fornecido pelo Exército norte-americano. 

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